Sabin Por: Sabin
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A pandemia de covid-19 ainda não acabou, e seu controle está diretamente atribuído à vacinação. Entretanto, outras doenças do calendário de vacinação também são motivos de preocupação e não podem ser ignoradas.

O que acha, então, de conferir quais são as vacinas indicadas pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) e pela Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm)? Lembre-se sempre da importância do acompanhamento médico! 

Continue a leitura para conhecer melhor o calendário de vacinação e saiba o que mudou para este ano.

O que muda no calendário de vacinação em 2023?

O calendário de vacinação é dinâmico e muda de acordo com a situação das doenças. Um exemplo é a vacina da gripe, cuja composição é atualizada anualmente para se adequar ao vírus que mais está circulando.

Neste ano, existem três tipos de vacinas contra a gripe, oriundas de dois laboratórios recomendados, sendo que uma delas visa preferencialmente à imunização da população de alto risco, na faixa etária a partir dos 60 anos. Além disso, estudos mostraram que as vacinas de covid-19 diminuíram casos graves, hospitalizações e o risco de contrair a doença. Já estão disponíveis novas doses de reforço para as subvariantes ômicron. E tem mais novidade: a vacina HPV foi ampliada de quatro para nove tipos do papilomavírus humano, conferindo mais proteção contra uma das infecções sexualmente transmissíveis mais temidas, responsável por lesões oncogênicas (pré-cancerosas e câncer).

A médica do Grupo Sabin, Dra. Ana Rosa dos Santos, aproveita para esclarecer quais os períodos indicados para a vacinação da gripe: “Para a maioria das pessoas, o grupo de risco é prioridade, e está recomendada entre março e junho, um bom momento para se vacinar. De julho a setembro, a vacinação continua. Entretanto, as crianças devem receber durante todo o período de março a dezembro. As crianças de seis meses a oito anos, 11 meses e 29 dias precisarão receber duas doses para sua imunização primária (primovacinação)”.

Qual a importância de estar com a vacinação em dia?

Com o passar do tempo, as vacinas podem diminuir sua proteção. Para garantir a cobertura, são fundamentais o cumprimento dos esquemas vacinais e a atualização das doses que faltam, bem como as doses de reforço, que têm a capacidade de estimular e relembrar o sistema imune. 

Para se ter uma ideia da importância da vacinação, dados da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) revelam que, entre 2000 e 2017, a vacinação contra o sarampo evitou cerca de 21,1 milhões de mortes, tornando a vacina contra o sarampo um dos melhores investimentos em saúde pública. Contudo, em decorrência da baixa cobertura vacinal no Brasil, o número de casos da doença tem aumentado, especialmente após o início da pandemia. Esse dado, por sinal, acende o alerta para a reintrodução do sarampo no país, que já era considerado eliminado desde 2016. Erradicada nas Américas, a poliomielite é outro exemplo semelhante de ameaça de reintrodução devido à baixa cobertura vacinal.

Ainda bem que todos esses problemas podem ser evitados com a vacinação! Afinal, quando estamos com o calendário vacinal em dia, a proteção pode até parecer individual, mas é coletiva, uma vez que evitamos a disseminação das doenças.

Cabe ressaltar que, além do atendimento em postos de saúde e clínicas privadas, existe a facilidade do atendimento em domicílio, por meio do serviço móvel. Informe-se sobre as possibilidades de serviços de atendimento do Sabin.

Como é definido o calendário de vacinação?

Veja, abaixo, todos os imunizantes incluídos no calendário vacinal, de acordo com o ciclo de vida (crianças, adolescentes/adultos jovens, gestantes e idosos).

Crianças

Aproveite para entender todas as vacinas por cada calendário. Vamos começar pela criança:

  • BCG – a vacina BCG (Bacilo Calmette-Guérin) protege contra a tuberculose;
  • Hepatite B – confere proteção contra a hepatite B;
  • DTPa também conhecida como tríplice bacteriana, previne contra a difteria, o tétano e a coqueluche;
  • Haemophilus influenzae b destinada a doenças causadas pela bactéria, que pode ser responsável por meningites, pneumonias e otites;
  • Poliomielite são dois tipos: a VIP (vacina contra pólio inativada) e a VOP (vacina oral contra poliomielite), a famosa “gotinha”;
  • Rotavírus – previne a gastroenterite aguda causada por esse vírus; 
  • Pneumocócicas conjugadas previnem doenças graves como pneumonia, meningite e otite;
  • Meningocócicas conjugadas ACWY/C previnem as meningites e as infecções generalizadas da bactéria meningococo dos tipos A, C, W e Y;
  • Meningocócica B protege contra infecção generalizada e meningite ocasionada pela bactéria meningococo do tipo B;
  • Influenza previne contra a infecção causada pelo vírus da gripe;
  • Febre amarela – protege contra a febre amarela;
  • Hepatite A – previne a hepatite A;
  • Tríplice viral previne sarampo, caxumba e rubéola;
  • Varicela previne a catapora;
  • HPV prevenção da infecção pelo papilomavírus humano;
  • Dengue – reduz os casos graves e hospitalizações de dengue; vacina indicada para casos confirmados da doença;
  • Covid-19 – protege contra o coronavírus.

Adolescentes e adultos

O calendário de vacinação do adolescente deverá ser completado com as vacinas não recebidas na infância, ou se não apresentar comprovante de vacinação. Com a fase adulta, chegam a maturidade e a sabedoria, priorizando a qualidade de vida, sendo a vacinação um dos itens fundamentais. Confira quais tomar:

  • Tríplice viral – previne sarampo, caxumba e rubéola;
  • Hepatite A – previne hepatite A;
  • Hepatite B previne hepatite B;
  • Febre amarela – previne a febre amarela;
  • DTPa – previne difteria, tétano e coqueluche;
  • Varicela previne a catapora;
  • Meningocócica B – previne contra infecção generalizada e meningite ocasionada pela bactéria meningococo do tipo B;
  • Meningocócicas conjugadas ACWY – previnem contra infecção generalizada e meningite provocada pelo meningococo dos tipos A, C, W e Y;
  • HPV previne infecções pelo papilomavírus humano, que causa câncer e verrugas genitais;
  • Pneumocócica 13 – previne cerca de 90% das doenças graves, como pneumonia, meningite e otite, causadas por 13 sorotipos de pneumococos;
  • Dengue – reduz os casos graves e hospitalizações de dengue; vacina indicada para casos confirmados da doença;
  • Influenza previne contra a infecção causada pelo vírus da gripe;
  • Covid-19 – protege contra o coronavírus.

Gestantes

Tendo em vista que, durante a gestação, as mulheres baixam a imunidade, as vacinas indicadas para a gestante apresentam efeito duplo, tanto para a saúde da mãe quanto para a do bebê. Ambos estarão protegidos, de forma passiva, pela transferência de anticorpos, até que a criança inicie sua vacinação e produza seus próprios anticorpos.

Conheça as vacinas mais importantes para este período:

  • Tríplice bacteriana acelular do tipo adulto DTPa – recomendada para todas as gestantes, pois, além de proteger da doença e evitar que ela transmita a Bordetella pertussis (que causa a coqueluche) ao recém-nascido, permite a transferência de anticorpos ao feto, protegendo-o, nos primeiros meses de vida, até que possa ser imunizado;
  • Difteria e tétano (dT) – a vacina confere proteção contra a difteria e o tétano;
  • Hepatite B protege contra a hepatite B;
  • Influenza – protege contra a gripe;
  • Covid-19 – protege contra o coronavírus.

É importante a participação do obstetra no planejamento, nas recomendações e contraindicações das vacinas, as quais são baseadas no histórico de cada gestante. Sendo assim, o acompanhamento médico é indispensável!

Idosos

Nesta fase da vida, a vacinação contribui como uma oportunidade para a longevidade e o envelhecimento com saúde. 

Para a manutenção da qualidade de vida, alguns fatores podem interferir ao longo do tempo, como o surgimento de doenças crônicas e a queda natural da imunidade — ela se torna mais fraca e não responde a contento. Por isso, a vacinação é tão importante para os adultos de mais idade, pois as vacinas ajudam a fortalecer o sistema imunológico. 

Como mencionado, o processo de envelhecimento torna as respostas imunológicas menos eficientes, deixando os idosos mais vulneráveis à infecção pelo vírus da gripe. Assim, a vacina Efluelda® foi desenvolvida para gerar maior capacidade de estimular a resposta imunológica no idoso e garantir uma maior proteção contra o vírus da gripe.

Evidências científicas demonstram que a gripe pode ter um grande impacto em diversos sistemas do corpo, aumentando em até oito vezes o risco de acidente vascular cerebral, dez vezes os riscos de ataques cardíacos e até oito vezes mais chances de desenvolvimento de pneumonia. Adicionalmente, estudos apontam até 75% mais chances de surgirem anormalidades no controle da glicemia após a infecção pela gripe, impactando em doenças como o diabetes.

Diante disso, a vacina da gripe para idosos é uma ferramenta essencial também para prevenir infecções graves e complicações relacionadas à doença, que podem comprometer seriamente a saúde da pessoa. A Efluelda® é mais eficaz na prevenção da influenza e suas complicações, incluindo hospitalizações por pneumonia e eventos cardiorrespiratórios, em comparação com a dose da vacina padrão.

Veja as principais vacinas:

  • Influenza previne a gripe e é apresentada em dois tipos: dose padrão (tradicional) e Efluelda® (alta dose);
  • Pneumocócicas protege contra infecções bacterianas causadas por pneumococos;
  • Hepatite B – protege contra a hepatite B;
  • Herpes-zóster previne o vírus varicela-zóster e suas temidas complicações, como a neuralgia pós-herpética (dor severa que pode persistir por meses);
  • Febre amarela protege contra a febre amarela (em situações especiais, com orientação médica);
  • Covid-19 – protege contra o coronavírus.

Proteja-se mantendo as vacinas em dia. Converse com um profissional de saúde sobre quais você precisa. Para informações completas sobre quais vacinas você precisa para ficar protegido, confira os sites da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e do Ministério da Saúde (MS). Se ainda restar alguma dúvida, o Sabin dispõe de canais de atendimento exclusivos para você!

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Conheça o calendário de vacinação e veja o que mudou para 2023; A pandemia de covid-19 ainda não acabou, e seu controle está diretamente atribuído à vacinação. Entretanto, outras doenças do calendário de vacinação também são motivos de preocupação e não podem ser ignoradas. O que acha, então, de conferir quais são as vacinas indicadas pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) e pela Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm)? Lembre-se sempre da importância do acompanhamento médico!  Continue a leitura para conhecer melhor o calendário de vacinação e saiba o que mudou para este ano. O que muda no calendário de vacinação em 2023? O calendário de vacinação é dinâmico e muda de acordo com a situação das doenças. Um exemplo é a vacina da gripe, cuja composição é atualizada anualmente para se adequar ao vírus que mais está circulando. Neste ano, existem três tipos de vacinas contra a gripe, oriundas de dois laboratórios recomendados, sendo que uma delas visa preferencialmente à imunização da população de alto risco, na faixa etária a partir dos 60 anos. Além disso, estudos mostraram que as vacinas de covid-19 diminuíram casos graves, hospitalizações e o risco de contrair a doença. Já estão disponíveis novas doses de reforço para as subvariantes ômicron. E tem mais novidade: a vacina HPV foi ampliada de quatro para nove tipos do papilomavírus humano, conferindo mais proteção contra uma das infecções sexualmente transmissíveis mais temidas, responsável por lesões oncogênicas (pré-cancerosas e câncer). A médica do Grupo Sabin, Dra. Ana Rosa dos Santos, aproveita para esclarecer quais os períodos indicados para a vacinação da gripe: “Para a maioria das pessoas, o grupo de risco é prioridade, e está recomendada entre março e junho, um bom momento para se vacinar. De julho a setembro, a vacinação continua. Entretanto, as crianças devem receber durante todo o período de março a dezembro. As crianças de seis meses a oito anos, 11 meses e 29 dias precisarão receber duas doses para sua imunização primária (primovacinação)”. Qual a importância de estar com a vacinação em dia? Com o passar do tempo, as vacinas podem diminuir sua proteção. Para garantir a cobertura, são fundamentais o cumprimento dos esquemas vacinais e a atualização das doses que faltam, bem como as doses de reforço, que têm a capacidade de estimular e relembrar o sistema imune.  Para se ter uma ideia da importância da vacinação, dados da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) revelam que, entre 2000 e 2017, a vacinação contra o sarampo evitou cerca de 21,1 milhões de mortes, tornando a vacina contra o sarampo um dos melhores investimentos em saúde pública. Contudo, em decorrência da baixa cobertura vacinal no Brasil, o número de casos da doença tem aumentado, especialmente após o início da pandemia. Esse dado, por sinal, acende o alerta para a reintrodução do sarampo no país, que já era considerado eliminado desde 2016. Erradicada nas Américas, a poliomielite é outro exemplo semelhante de ameaça de reintrodução devido à baixa cobertura vacinal. Ainda bem que todos esses problemas podem ser evitados com a vacinação! Afinal, quando estamos com o calendário vacinal em dia, a proteção pode até parecer individual, mas é coletiva, uma vez que evitamos a disseminação das doenças. Cabe ressaltar que, além do atendimento em postos de saúde e clínicas privadas, existe a facilidade do atendimento em domicílio, por meio do serviço móvel. Informe-se sobre as possibilidades de serviços de atendimento do Sabin. Como é definido o calendário de vacinação? Veja, abaixo, todos os imunizantes incluídos no calendário vacinal, de acordo com o ciclo de vida (crianças, adolescentes/adultos jovens, gestantes e idosos). Crianças Aproveite para entender todas as vacinas por cada calendário. Vamos começar pela criança: BCG - a vacina BCG (Bacilo Calmette-Guérin) protege contra a tuberculose; Hepatite B - confere proteção contra a hepatite B; DTPa - também conhecida como tríplice bacteriana, previne contra a difteria, o tétano e a coqueluche; Haemophilus influenzae b - destinada a doenças causadas pela bactéria, que pode ser responsável por meningites, pneumonias e otites; Poliomielite - são dois tipos: a VIP (vacina contra pólio inativada) e a VOP (vacina oral contra poliomielite), a famosa “gotinha”; Rotavírus - previne a gastroenterite aguda causada por esse vírus;  Pneumocócicas conjugadas - previnem doenças graves como pneumonia, meningite e otite; Meningocócicas conjugadas ACWY/C - previnem as meningites e as infecções generalizadas da bactéria meningococo dos tipos A, C, W e Y; Meningocócica B - protege contra infecção generalizada e meningite ocasionada pela bactéria meningococo do tipo B; Influenza - previne contra a infecção causada pelo vírus da gripe; Febre amarela - protege contra a febre amarela; Hepatite A - previne a hepatite A; Tríplice viral - previne sarampo, caxumba e rubéola; Varicela - previne a catapora; HPV - prevenção da infecção pelo papilomavírus humano; Dengue - reduz os casos graves e hospitalizações de dengue; vacina indicada para casos confirmados da doença; Covid-19 - protege contra o coronavírus. Adolescentes e adultos O calendário de vacinação do adolescente deverá ser completado com as vacinas não recebidas na infância, ou se não apresentar comprovante de vacinação. Com a fase adulta, chegam a maturidade e a sabedoria, priorizando a qualidade de vida, sendo a vacinação um dos itens fundamentais. Confira quais tomar: Tríplice viral - previne sarampo, caxumba e rubéola; Hepatite A - previne hepatite A; Hepatite B - previne hepatite B; Febre amarela - previne a febre amarela; DTPa - previne difteria, tétano e coqueluche; Varicela - previne a catapora; Meningocócica B - previne contra infecção generalizada e meningite ocasionada pela bactéria meningococo do tipo B; Meningocócicas conjugadas ACWY - previnem contra infecção generalizada e meningite provocada pelo meningococo dos tipos A, C, W e Y; HPV - previne infecções pelo papilomavírus humano, que causa câncer e verrugas genitais; Pneumocócica 13 - previne cerca de 90% das doenças graves, como pneumonia, meningite e otite, causadas por 13 sorotipos de pneumococos; Dengue - reduz os casos graves e hospitalizações de dengue; vacina indicada para casos confirmados da doença; Influenza - previne contra a infecção causada pelo vírus da gripe; Covid-19 - protege contra o coronavírus. Gestantes Tendo em vista que, durante a gestação, as mulheres baixam a imunidade, as vacinas indicadas para a gestante apresentam efeito duplo, tanto para a saúde da mãe quanto para a do bebê. Ambos estarão protegidos, de forma passiva, pela transferência de anticorpos, até que a criança inicie sua vacinação e produza seus próprios anticorpos. Conheça as vacinas mais importantes para este período: Tríplice bacteriana acelular do tipo adulto DTPa - recomendada para todas as gestantes, pois, além de proteger da doença e evitar que ela transmita a Bordetella pertussis (que causa a coqueluche) ao recém-nascido, permite a transferência de anticorpos ao feto, protegendo-o, nos primeiros meses de vida, até que possa ser imunizado; Difteria e tétano (dT) - a vacina confere proteção contra a difteria e o tétano; Hepatite B - protege contra a hepatite B; Influenza - protege contra a gripe; Covid-19 - protege contra o coronavírus. É importante a participação do obstetra no planejamento, nas recomendações e contraindicações das vacinas, as quais são baseadas no histórico de cada gestante. Sendo assim, o acompanhamento médico é indispensável! Idosos Nesta fase da vida, a vacinação contribui como uma oportunidade para a longevidade e o envelhecimento com saúde.  Para a manutenção da qualidade de vida, alguns fatores podem interferir ao longo do tempo, como o surgimento de doenças crônicas e a queda natural da imunidade — ela se torna mais fraca e não responde a contento. Por isso, a vacinação é tão importante para os adultos de mais idade, pois as vacinas ajudam a fortalecer o sistema imunológico.  Como mencionado, o processo de envelhecimento torna as respostas imunológicas menos eficientes, deixando os idosos mais vulneráveis à infecção pelo vírus da gripe. Assim, a vacina Efluelda® foi desenvolvida para gerar maior capacidade de estimular a resposta imunológica no idoso e garantir uma maior proteção contra o vírus da gripe. Evidências científicas demonstram que a gripe pode ter um grande impacto em diversos sistemas do corpo, aumentando em até oito vezes o risco de acidente vascular cerebral, dez vezes os riscos de ataques cardíacos e até oito vezes mais chances de desenvolvimento de pneumonia. Adicionalmente, estudos apontam até 75% mais chances de surgirem anormalidades no controle da glicemia após a infecção pela gripe, impactando em doenças como o diabetes. Diante disso, a vacina da gripe para idosos é uma ferramenta essencial também para prevenir infecções graves e complicações relacionadas à doença, que podem comprometer seriamente a saúde da pessoa. A Efluelda® é mais eficaz na prevenção da influenza e suas complicações, incluindo hospitalizações por pneumonia e eventos cardiorrespiratórios, em comparação com a dose da vacina padrão. Veja as principais vacinas: Influenza - previne a gripe e é apresentada em dois tipos: dose padrão (tradicional) e Efluelda® (alta dose); Pneumocócicas - protege contra infecções bacterianas causadas por pneumococos; Hepatite B - protege contra a hepatite B; Herpes-zóster - previne o vírus varicela-zóster e suas temidas complicações, como a neuralgia pós-herpética (dor severa que pode persistir por meses); Febre amarela - protege contra a febre amarela (em situações especiais, com orientação médica); Covid-19 - protege contra o coronavírus. Proteja-se mantendo as vacinas em dia. Converse com um profissional de saúde sobre quais você precisa. Para informações completas sobre quais vacinas você precisa para ficar protegido, confira os sites da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e do Ministério da Saúde (MS). Se ainda restar alguma dúvida, o Sabin dispõe de canais de atendimento exclusivos para você!