Autocuidado Archives | Blog Sabin https://blog.sabin.com.br/categoria/autocuidado/ Conhecimento aliado ao bem-estar Mon, 22 Jun 2026 21:01:26 +0000 pt-BR hourly 1 https://blog.sabin.com.br/wp-content/uploads/2025/10/cropped-03_simbolo-vermelho-1-32x32.png Autocuidado Archives | Blog Sabin https://blog.sabin.com.br/categoria/autocuidado/ 32 32 Pilates: entenda como o método fortalece o corpo e a mente https://blog.sabin.com.br/autocuidado/os-beneficios-do-pilates/ https://blog.sabin.com.br/autocuidado/os-beneficios-do-pilates/#respond Tue, 30 Jun 2026 11:00:00 +0000 https://blog.sabin.com.br/?p=5190 O pilates consolidou-se como um sistema de exercícios fundamentado no controle exato do corpo, visando ao fortalecimento muscular profundo, ao incremento da flexibilidade e à otimização da mecânica respiratória. Essa prática, que pode ser executada tanto no solo quanto em aparelhos específicos que oferecem resistência por meio de molas, exige um elevado nível de concentração […]

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O pilates consolidou-se como um sistema de exercícios fundamentado no controle exato do corpo, visando ao fortalecimento muscular profundo, ao incremento da flexibilidade e à otimização da mecânica respiratória. Essa prática, que pode ser executada tanto no solo quanto em aparelhos específicos que oferecem resistência por meio de molas, exige um elevado nível de concentração e precisão em cada movimento executado.

Mais do que um simples exercício físico, o método promove uma integração sinérgica entre mente e corpo, atuando como um poderoso aliado estratégico para indivíduos contemporâneos que buscam, em um cenário de estresse crônico e rotinas aceleradas, o equilíbrio físico, a correção postural e a manutenção do bem-estar global

Ao estimular a consciência corporal, o pilates não apenas previne lesões, mas redefine a relação do praticante com o seu próprio organismo, promovendo autonomia e longevidade funcional.

Para compreender como essa abordagem técnica se traduz em benefícios práticos para a sua saúde, continue a leitura e descubra os impactos do pilates na sua qualidade de vida.

Quais os principais benefícios do pilates para a saúde?

A prática regular do pilates proporciona melhorias significativas na força muscular, com atenção especial ao fortalecimento da região abdominal e da musculatura lombar, estruturas que compõem o chamado “core”. O ganho de flexibilidade e o desenvolvimento do equilíbrio dinâmico também são pilares centrais da modalidade, resultando em uma consciência corporal expressivamente mais apurada.

Do ponto de vista psicológico, o método oferece benefícios comprovados, como a redução dos níveis de estresse e a melhora do humor. A prática está associada à maior qualidade do sono, fator determinante para a saúde metabólica e cognitiva. No que tange à composição corporal, a intervenção demonstra impactos positivos, incluindo a redução do índice de massa corporal (IMC) e o aumento da taxa metabólica basal, o que favorece um controle mais eficiente do peso e da saúde metabólica.

Para quem a prática do pilates é indicada?

O método apresenta eficácia clínica no manejo da dor lombar crônica e de outras disfunções osteomusculares, atuando na estabilização e no alívio de sintomas. Para o público idoso, o pilates é uma ferramenta importante na prevenção de quedas e no incremento da autonomia física, permitindo que a terceira idade mantenha níveis adequados de funcionalidade.

Pessoas que convivem com doenças crônicas, como hipertensão, diabetes e patologias cardiovasculares, também encontram no pilates uma prática segura e de baixo impacto, capaz de auxiliar no controle das condições clínicas associadas. Além disso, o método é plenamente acessível para todos que buscam iniciar uma atividade física pautada na segurança e que promova alta adesão a longo prazo.

O papel do pilates na reabilitação física

O pilates desempenha um papel necessário na reabilitação, apoiando diretamente no controle motor e na estabilização das articulações. Em cenários como a osteoartrite de joelho, o método atua como uma ferramenta terapêutica de precisão, ajudando a gerenciar a carga sobre a articulação e a melhorar a função. A abordagem é reconhecida pela capacidade de acelerar a recuperação funcional, contribuindo para a redução da incapacidade física e possibilitando o retorno às atividades cotidianas com maior segurança.

Como começar a praticar pilates de forma segura?

O ponto de partida para qualquer praticante deve ser uma avaliação física inicial detalhada, realizada por um profissional qualificado. Esse processo é importante para a identificação de limitações específicas, definição de objetivos individuais e a personalização da carga de exercícios.

A frequência recomendada para resultados consistentes situa-se entre duas a três vezes por semana, com sessões de 50 a 60 minutos. É necessária a supervisão constante por fisioterapeutas ou instrutores certificados, garantindo a execução técnica correta dos movimentos e, consequentemente, a prevenção de lesões. 

Grupos específicos, como os idosos ou indivíduos em tratamento de patologias, requerem cuidados redobrados e uma progressão gradual da intensidade, sempre respeitando os limites biológicos do indivíduo para propiciar uma prática segura e eficaz.

Qualidade de vida através do movimento consciente

A longevidade e a manutenção da saúde dependem de escolhas conscientes e do cuidado contínuo com o corpo, preferencialmente por meio de exercícios guiados por evidências científicas. O pilates transcende a definição tradicional de exercício físico, posicionando-se como uma estratégia completa de saúde, adaptável a todas as idades e diversos perfis clínicos. 

Ao integrar a estabilidade do core com o controle respiratório e o equilíbrio mental, o método fornece as bases necessárias para que o indivíduo sustente um estilo de vida ativo e resiliente.

Para aprofundar seus conhecimentos sobre como o movimento consciente pode auxiliar na manutenção da saúde física e mental, convidamos você a continuar sua leitura em nosso artigo sobre a prática do yoga e seus benefícios.

Sabin avisa:

Este conteúdo é meramente informativo e não pretende substituir consultas médicas, avaliações por profissionais de saúde ou fornecer qualquer tipo de diagnóstico ou recomendação de exames.

Importante ressaltar que diagnósticos e tratamentos devem ser sempre indicados por uma avaliação médica individual. Em caso de dúvidas, converse com seu médico. Somente o profissional pode esclarecer todas as suas perguntas. 

Lembre-se: qualquer decisão relacionada à sua saúde sem orientação profissional pode ser prejudicial.

Referências:

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Meikis L, Wicker P, Donath L. Effects of Pilates Training on Physiological and Psychological Health Parameters in Healthy Older Adults and in Older Adults With Clinical Conditions Over 55 Years: A Meta-Analytical Review. Front Neurol. 2021 Oct 25;12:724218. doi: 10.3389/fneur.2021.724218. PMID: 34759879; PMCID: PMC8574969.

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Entenda como andar de bicicleta pode reduzir o risco de Alzheimer https://blog.sabin.com.br/autocuidado/andar-de-bicicleta-pode-ajudar-na-prevencao-do-alzheimer/ https://blog.sabin.com.br/autocuidado/andar-de-bicicleta-pode-ajudar-na-prevencao-do-alzheimer/#respond Wed, 08 Apr 2026 19:15:57 +0000 https://blog.sabin.com.br/?p=5119 A doença de Alzheimer representa um dos maiores desafios de saúde pública da atualidade, com uma prevalência que cresce proporcionalmente ao envelhecimento da população global. Caracterizada por um processo neurodegenerativo progressivo, a condição requer estratégias multidisciplinares que vão além das intervenções farmacológicas. Nesse cenário, a relação entre a atividade física regular e a preservação da […]

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A doença de Alzheimer representa um dos maiores desafios de saúde pública da atualidade, com uma prevalência que cresce proporcionalmente ao envelhecimento da população global. Caracterizada por um processo neurodegenerativo progressivo, a condição requer estratégias multidisciplinares que vão além das intervenções farmacológicas. Nesse cenário, a relação entre a atividade física regular e a preservação da saúde cerebral ganha destaque, especialmente o ciclismo. 

Estudos recentes, como os publicados na revista médica JAMA Network Open, trazem evidências robustas de que indivíduos que utilizam a bicicleta como meio de transporte ou forma de lazer apresentam um risco consideravelmente menor de desenvolver a doença. Esse impacto positivo reforça a importância do exercício aeróbico como pilar para a manutenção das funções cognitivas ao longo da vida. Continue a leitura para compreender os mecanismos biológicos e as evidências que sustentam a prática.

O que é a doença de Alzheimer e por que ela preocupa tanto?

O Alzheimer é uma patologia neurodegenerativa que se manifesta inicialmente por meio de perdas graduais de memória recente, evoluindo para o comprometimento de funções executivas, linguagem e orientação espacial. Biologicamente, a doença é marcada pelo acúmulo de placas da proteína beta-amiloide e emaranhados da proteína tau no tecido cerebral, processos que levam à morte neuronal e à atrofia de áreas críticas do cérebro. A condição não afeta apenas o paciente, mas também — e profundamente — a dinâmica familiar, exigindo uma rede de cuidados complexa e contínua.

Entre os principais fatores de risco, o envelhecimento é o mais predominante, porém não o único. Elementos genéticos desempenham papel relevante, com destaque para a presença do gene APOE ε4, que aumenta a suscetibilidade ao desenvolvimento da doença. Além da genética, o estilo de vida, incluindo sedentarismo, dieta inadequada e presença de doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, são determinantes cruciais. Compreender esses riscos é o primeiro passo para estabelecer estratégias de prevenção eficazes.

Novos caminhos para prevenir e tratar o Alzheimer

A ciência tem avançado rapidamente para além das abordagens convencionais no manejo do Alzheimer. Atualmente, o entendimento da doença foca em intervenções precoces e terapias biológicas inovadoras. O desenvolvimento de anticorpos monoclonais voltados contra as proteínas anti-amiloide e as terapias anti-tau representam uma fronteira promissora, buscando reduzir os depósitos cerebrais que causam a neurodegeneração.

Paralelamente, a detecção precoce tornou-se um foco central. Exames de sangue inovadores que medem o biomarcador p-tau217 permitem identificar alterações cerebrais anos antes do surgimento dos primeiros sintomas clínicos, possibilitando intervenções quando o tecido cerebral ainda está preservado. 

Novas hipóteses também investigam a origem da doença sob a ótica da neuroinflamação e do sistema imunológico, sugerindo que o Alzheimer pode ter componentes de uma resposta autoimune exacerbada ou inflamação crônica. O futuro do cuidado reside na combinação de terapias genéticas com intervenções personalizadas no estilo de vida, transformando a visão de que o declínio cognitivo é um destino inevitável.

Como o exercício físico pode proteger o cérebro?

A neuroproteção oferecida pelo exercício físico ocorre através de mecanismos fisiológicos diretos. Durante a atividade, ocorre um aumento substancial na circulação sanguínea sistêmica, o que melhora a oxigenação cerebral e o aporte de nutrientes para os neurônios. Esse fluxo otimizado auxilia na remoção de resíduos metabólicos tóxicos, contribuindo para um ambiente cerebral mais saudável.

Um dos efeitos mais notáveis da prática regular é observado no hipocampo, a região do cérebro fundamental para a formação de novas memórias e para a aprendizagem. O estudo da JAMA indica que modos de deslocamento ativos, principalmente o ciclismo, estão associados a um maior volume de hipocampo, área que é frequentemente afetada precocemente pela doença de Alzheimer. Esse aumento de volume sugere um potencial efeito protetor sobre a estrutura cerebral, alinhado à hipótese de que a atividade física regular contribui para a manutenção da integridade neuronal ao longo do tempo​.

Por que o ciclismo se destaca entre as atividades físicas?

O ciclismo é classificado como uma atividade aeróbica de baixo impacto, o que o torna ideal para a prática prolongada sem sobrecarga excessiva das articulações. O estudo de coorte publicado na JAMA acompanhou 479.723 pessoas e estabeleceu uma correlação direta entre o hábito de pedalar e a redução do risco de Alzheimer e outras formas de demência

A modalidade exige não apenas esforço cardiovascular, como também coordenação motora e equilíbrio, estimulando diversas áreas do sistema nervoso central simultaneamente. Além dos benefícios cognitivos diretos, o ciclismo promove o controle de peso e a saúde cardiovascular, fatores que estão intrinsecamente ligados à saúde cerebral. 

O bem-estar emocional gerado pela liberação de endorfinas e a diminuição do estresse também são pontos importantes, visto que a saúde mental equilibrada é um fator protetivo contra o declínio cognitivo. A praticidade de integrar a bicicleta ao cotidiano, seja como transporte ou lazer, facilita a manutenção da constância necessária para colher esses benefícios.

Existe idade certa para começar? E para quem já tem Alzheimer?

A premissa da reserva cognitiva sugere que, quanto mais cedo se inicia a prática de exercícios, maior é o acúmulo de benefícios e a proteção contra o desgaste futuro. No entanto, o grupo de adultos acima de 50 anos é o que apresenta resultados mais expressivos em termos de prevenção imediata. Meta-análises demonstram que o exercício físico é uma ferramenta eficaz mesmo para idosos que já apresentam comprometimento cognitivo leve, ajudando a estabilizar a função mental.

Para indivíduos diagnosticados, o ciclismo sob supervisão profissional pode ser um aliado valioso. Embora os efeitos na reversão da doença sejam modestos, a prática ajuda a manter a funcionalidade motora, melhora a qualidade do sono e promove o bem-estar geral. O movimento, portanto, deve ser incentivado em todos os estágios da vida, adaptando-se às capacidades individuais de cada paciente.

A intensidade e a duração do exercício fazem diferença?

A relação entre atividade física e prevenção do Alzheimer segue o conceito de dose-resposta: quanto maior a regularidade e a adequação da intensidade, mais significativos são os efeitos protetores. Surpreendentemente, evidências apontam que apenas 30 minutos semanais de ciclismo de alta intensidade já podem desencadear respostas neuroprotetoras observáveis.

A prática deve respeitar a condição física, a idade e o histórico clínico de cada pessoa. A transição de um estilo de vida sedentário para um ativo deve ser progressiva, priorizando a consistência a longo prazo, em vez de esforços exaustivos esporádicos. O equilíbrio entre intensidade e segurança é o que garante que o exercício atue como um verdadeiro agente de saúde.

Histórico familiar e genética: o ciclismo também ajuda nesses casos?

Muitas pessoas acreditam que a predisposição genética, como a presença do gene APOE ε4, torna o Alzheimer inevitável. Contudo, a ciência demonstra que o estilo de vida pode modificar a expressão desses riscos. 

A prática regular de ciclismo e outras atividades aeróbicas têm o potencial de reduzir o impacto de fatores genéticos e ambientais, retardando o surgimento dos sintomas em indivíduos suscetíveis. O exercício atua como um modulador epigenético, ajudando o organismo a lidar melhor com as vulnerabilidades herdadas e oferecendo uma camada adicional de defesa para o cérebro.

Como incluir o ciclismo na rotina e cuidar da saúde cerebral?

Adotar o ciclismo como hábito requer planejamento simples, mas eficaz. Para iniciantes, recomenda-se a busca por locais seguros, como parques e ciclovias, minimizando riscos de acidentes. A substituição de trajetos curtos, que usualmente são feitos por meios de transportes convencionais, pelo transporte ativo (bicicleta) é uma das formas mais eficientes de tornar a prática regular sem sobrecarregar a agenda.

A constância é mais importante do que a performance atlética. É vital ouvir o corpo e, em casos de condições de saúde preexistentes, buscar acompanhamento médico para ajustar a carga de esforço. Ao transformar a bicicleta em uma ferramenta de mobilidade e prazer, a melhora na qualidade de vida e na longevidade cerebral torna-se uma consequência natural do movimento.

Cuidar do cérebro também passa pelo movimento

A compreensão de que a doença de Alzheimer não é uma fatalidade inevitável é libertadora. As escolhas feitas no dia a dia, sobretudo no que diz respeito ao nível de atividade física, têm um peso determinante na trajetória da saúde cognitiva. O estilo de vida ativo é uma das intervenções mais potentes e acessíveis disponíveis para a prevenção da neurodegeneração. Iniciar ou manter a prática de exercícios, mesmo de forma leve e progressiva, é um investimento direto na preservação da memória e da autonomia. Para entender mais sobre como a ciência pode auxiliar na identificação precoce de riscos,conheça as inovações na detecção de doenças neurodegenerativas.

Sabin avisa:

Este conteúdo é meramente informativo e não pretende substituir consultas médicas, avaliações por profissionais de saúde ou fornecer qualquer tipo de diagnóstico ou recomendação de exames.

Importante ressaltar que diagnósticos e tratamentos devem ser sempre indicados por uma avaliação médica individual. Em caso de dúvidas, converse com seu médico. Somente o profissional pode esclarecer todas as suas perguntas. 

Lembre-se: qualquer decisão relacionada à sua saúde sem orientação profissional pode ser prejudicial.

Referências:

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Yang SY, Shan CL, Qing H, Wang W, Zhu Y, Yin MM, Machado S, Yuan TF, Wu T. The Effects of Aerobic Exercise on Cognitive Function of Alzheimer’s Disease Patients. CNS Neurol Disord Drug Targets. 2015;14(10):1292-7. doi: 10.2174/1871527315666151111123319. PMID: 26556080.

Tari AR, Walker TL, Huuha AM, Sando SB, Wisloff U. Neuroprotective mechanisms of exercise and the importance of fitness for healthy brain ageing. Lancet. 2025 Mar 29;405(10484):1093-1118. doi: 10.1016/S0140-6736(25)00184-9. PMID: 40157803.

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Park SY, Setiawan VW, White LR, Wu AH, Cheng I, Haiman CA, Wilkens LR, Le Marchand L, Lim U. Modifying effects of race and ethnicity and APOE on the association of physical activity with risk of Alzheimer’s disease and related dementias. Alzheimers Dement. 2023 Feb;19(2):507-517. doi: 10.1002/alz.12677. Epub 2022 Apr 27. PMID: 35476309; PMCID: PMC9810117.

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Os benefícios da corrida de rua para viver com mais saúde https://blog.sabin.com.br/autocuidado/beneficios-da-corrida-de-rua/ https://blog.sabin.com.br/autocuidado/beneficios-da-corrida-de-rua/#respond Tue, 23 Dec 2025 11:00:00 +0000 https://blog.sabin.com.br/?p=4872 A corrida de rua é uma das práticas esportivas mais acessíveis, democráticas e completas da atualidade. De baixo custo e com alta adaptabilidade, ela se consolidou como um exercício popular por promover bem-estar físico, mental e social. Mais do que uma forma de se exercitar, a corrida é uma estratégia de autocuidado que impacta positivamente […]

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A corrida de rua é uma das práticas esportivas mais acessíveis, democráticas e completas da atualidade. De baixo custo e com alta adaptabilidade, ela se consolidou como um exercício popular por promover bem-estar físico, mental e social. Mais do que uma forma de se exercitar, a corrida é uma estratégia de autocuidado que impacta positivamente a qualidade de vida, a produtividade e até a longevidade.

Estudos científicos mostram que corredores regulares apresentam menor risco de doenças crônicas, vivem mais e têm melhor desempenho cognitivo e emocional. No entanto, para aproveitar todos esses benefícios de forma segura, é fundamental seguir cuidados específicos antes e durante os treinos.

Confira a seguir os principais efeitos da corrida de rua na saúde e saiba como iniciar essa jornada com segurança.

Quais os principais benefícios da corrida de rua para o corpo?

Dados comprovam que corredores habituais apresentam uma redução de 25% a 40% no risco de mortalidade prematura, evidenciando a ligação direta da corrida de rua na promoção da longevidade. 

A prática também está associada à melhora significativa do condicionamento cardiovascular e da capacidade pulmonar, dois pilares da saúde física. Outro benefício é o fortalecimento de ossos e articulações. Contribui, ainda, para o aumento da força muscular, do equilíbrio e da resistência física, mesmo entre iniciantes, proporcionando maior funcionalidade no dia a dia.

Entre os ganhos metabólicos, destacam-se a prevenção de doenças como hipertensão arterial e diabetes tipo 2, além de auxiliar no controle do peso corporal e do perfil lipídico. Tanto a corrida em trilha quanto no asfalto oferecem estímulos neuromusculares relevantes, com determinadas diferenças que ampliam as melhorias físicas para o corpo como um todo. 

Como a corrida de rua melhora a saúde mental?

O impacto da corrida na saúde mental é cada vez mais reconhecido por especialistas. Logo após uma sessão de treino, já é possível notar mudanças no humor e na clareza mental, resultado da liberação de neurotransmissores como endorfina e serotonina. 

A corrida também tem se mostrado eficaz na redução de sintomas de depressão, estresse e ansiedade, mesmo em pessoas com condições crônicas como dor lombar. Quem pratica regularmente tende a ter um sono de melhor qualidade, pois o exercício regula o ritmo biológico e promove relaxamento mental.

Esses efeitos tornam a corrida uma aliada não apenas da saúde física, mas também do equilíbrio emocional, da concentração e da estabilidade psicológica.

A corrida de rua é para todas as idades?

A corrida de rua pode ser adaptada para todas as idades, embora os benefícios variem conforme a fase da vida. Adultos entre 25 e 50 anos costumam atingir o pico de desempenho e obter os melhores resultados físicos e metabólicos. Nessa faixa etária, a economia de corrida é mais eficiente e os ganhos cardiovasculares são especialmente pronunciados.

Para adultos mais velhos, a prática regular ajuda a preservar a capacidade funcional, manter a independência nas atividades do cotidiano e retardar os efeitos naturais do envelhecimento. Mesmo com a redução progressiva do desempenho, os resultados sobre a saúde global e a longevidade são expressivos.

Em crianças e adolescentes, a corrida deve ser introduzida com cuidado. A maturidade física e emocional precisa ser avaliada, principalmente para a participação em provas mais longas. Quando bem orientada, a prática pode contribuir para o desenvolvimento físico, autoestima e disciplina.

A corrida como cultura corporativa 

Cada vez mais, empresas têm adotado a corrida como parte de suas estratégias de promoção da saúde no ambiente corporativo. Iniciativas que incentivam a prática regular entre colaboradores demonstram efeitos positivos na saúde física, emocional e também no desempenho profissional.

Segundo Luís Carlos da Silva Pereira, coordenador de esporte do Sabin, “Quando o colaborador incorpora a corrida à rotina, não cuida apenas do corpo, ele aprimora concentração, resiliência emocional e capacidade de tomada de decisão. O treino aeróbico, como a corrida, fortalece o desempenho cardiovascular e eleva a produtividade no dia a dia. No Sabin, onde o incentivo ao esporte faz parte da cultura corporativa, vemos na prática como essa rotina fortalece times mais engajados, criativos e saudáveis”.

Esse exemplo mostra como a corrida ultrapassa os limites do bem-estar individual e se transforma em uma ferramenta de fortalecimento coletivo e cultura organizacional.

Quais cuidados são importantes para quem quer começar a correr?

Antes de iniciar a prática, é essencial passar por uma avaliação médica completa, sobretudo para pessoas com fatores de risco cardiovascular, histórico de lesões ou doenças crônicas. O check-up deve incluir exames laboratoriais, avaliação ortopédica e, se necessário, teste ergométrico.

O treino deve começar de forma leve, com progressão gradual de intensidade e distância. Aumentar o volume semanal em no máximo 10% é uma medida segura para evitar lesões e sobrecarga. O aquecimento antes e o desaquecimento após os treinos ajudam a prevenir danos musculares e cardiovasculares.

A escolha do calçado deve respeitar o tipo de pisada e as características do terreno. Superfícies mais regulares e menos rígidas são preferíveis para iniciantes. Exercícios de fortalecimento muscular, como de core, tornozelos e quadríceps, são indispensáveis para prevenir lesões.

Também é importante respeitar os períodos de descanso entre treinos, permitindo a recuperação adequada do corpo. Ignorar sinais como dor persistente, fadiga excessiva ou falta de motivação pode resultar em lesões por sobrecarga e esgotamento.

Quem tem mais risco de se lesionar na corrida de rua?

Alguns perfis de corredores exigem atenção especial. Iniciantes com menos de dois anos de experiência estão entre os mais propensos a sofrer lesões, principalmente por falta de adaptação biomecânica. Pessoas com histórico prévio de lesões, particularmente nos membros inferiores, também apresentam maior vulnerabilidade.

Indivíduos com sobrepeso, baixa frequência de treinos ou que participam de provas longas sem preparo adequado estão entre os grupos de risco mais recorrentes. Curiosamente, corredores muito experientes, também apresentam maior incidência de lesões, possivelmente pelo acúmulo de microtraumas.

Em algumas modalidades, estudos indicam maior prevalência de lesões entre mulheres, apesar de esses dados variarem conforme o tipo de prova e características individuais. O que importa é individualizar o plano de treino e sempre contar com orientação profissional.

A influência do ambiente na corrida de rua

O local onde se pratica a corrida influencia diretamente os benefícios percebidos. Ambientes com áreas verdes, como parques e trilhas arborizadas, são associados à maior sensação de bem-estar, prazer e segurança. Além disso, reduzem a percepção de esforço, o que aumenta a motivação e favorece a adesão ao hábito.

Mesmo em cidades grandes, é possível encontrar rotas urbanas que proporcionam boas experiências, desde que ofereçam estrutura adequada, segurança e iluminação, especialmente para treinos noturnos. Em todos os casos, o ambiente deve ser escolhido com base no conforto, segurança e preferências pessoais do praticante.

Benefícios sociais da corrida de rua

A corrida também é uma ferramenta de inclusão social e promoção da saúde coletiva. Grupos comunitários e iniciativas locais ampliam o acesso à atividade física, muitas vezes voltadas a pessoas sedentárias e de regiões vulneráveis. Isso fortalece os vínculos sociais, aumenta a autoestima e promove um sentimento de pertencimento.

A prática em grupo estimula a continuidade da atividade, pois envolve apoio mútuo, metas compartilhadas e incentivo coletivo.Assim, a corrida deixa de ser apenas um exercício e passa a integrar uma rede de cuidados e conexões sociais.

A importância do check-up esportivo

Correr com saúde começa com o autoconhecimento. Um check-up esportivo adequado identifica condições preexistentes, orienta sobre limitações e possibilita traçar um plano de treinos mais seguro e eficiente. Testes laboratoriais, ergometria, avaliação postural e de composição corporal são exemplos de exames que podem ser solicitados.

Com esse preparo, é possível correr com mais segurança, prevenir complicações e manter a motivação elevada por muito mais tempo. Quer saber se está pronto para começar? Veja os exames indicados para o seu check-up

Sabin avisa:

Este conteúdo é meramente informativo e não pretende substituir consultas médicas, avaliações por profissionais de saúde ou fornecer qualquer tipo de diagnóstico ou recomendação de exames.

Importante ressaltar que diagnósticos e tratamentos devem ser sempre indicados por uma avaliação médica individual. Em caso de dúvidas, converse com seu médico. Somente o profissional pode esclarecer todas as suas perguntas. 

Lembre-se: qualquer decisão relacionada à sua saúde sem orientação profissional pode ser prejudicial.

Referências:

Lee DC, Brellenthin AG, Thompson PD, Sui X, Lee IM, Lavie CJ. Running as a Key Lifestyle Medicine for Longevity. Prog Cardiovasc Dis. 2017 Jun-Jul;60(1):45-55. doi: 10.1016/j.pcad.2017.03.005. Epub 2017 Mar 30. PMID: 28365296.

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Sexagem fetal: como funciona e quando realizar o exame? https://blog.sabin.com.br/autocuidado/sexagem-fetal-no-inicio-da-gestacao/ https://blog.sabin.com.br/autocuidado/sexagem-fetal-no-inicio-da-gestacao/#respond Tue, 03 Jun 2025 11:00:00 +0000 https://blog.sabin.com.br/?p=4462 A sexagem fetal é um exame laboratorial não invasivo que permite identificar o sexo do bebê precocemente, a partir da oitava semana de gestação. O teste é realizado com base na análise do sangue materno, que contém fragmentos de DNA fetal. A metodologia utilizada é a PCR em tempo real, que permite detectar a presença […]

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A sexagem fetal é um exame laboratorial não invasivo que permite identificar o sexo do bebê precocemente, a partir da oitava semana de gestação. O teste é realizado com base na análise do sangue materno, que contém fragmentos de DNA fetal. A metodologia utilizada é a PCR em tempo real, que permite detectar a presença do gene DYS14, localizado no cromossomo Y.

Quando esse gene é identificado, o resultado é sugestivo de um feto do sexo masculino. Caso o gene não esteja presente, trata-se de um feto do sexo feminino. É um exame seguro, com alta precisão e que não representa qualquer risco para a gestante ou para o bebê.

Continue a leitura para entender como se preparar para o exame, quais situações podem interferir no resultado e as principais dúvidas respondidas.

Como se preparar para o exame de sexagem fetal?

Para garantir a confiabilidade do exame, alguns cuidados devem ser observados. A paciente deve estar com pelo menos oito semanas completas de gestação, confirmadas pela data da última menstruação ou por exame de ultrassonografia. Abaixo desse período, a quantidade de DNA fetal no sangue materno pode ser insuficiente para análise.

Não é preciso estar em jejum para realizar o exame, sendo obrigatório assinar um termo de ciência antes da coleta, conforme protocolo do laboratório.

É importante destacar que cerca de 5% dos exames podem apresentar resultado inconclusivo, mesmo quando realizados no período correto. Nesses casos, solicita-se uma nova amostra após um intervalo mínimo de 14 dias. Essa segunda coleta não gera custo adicional. Entretanto, há possibilidade de o segundo exame também ser inconclusivo. Quando isso ocorre, a única alternativa para identificar o sexo do bebê será por meio da ultrassonografia. Por essa razão, recomenda-se que eventos comemorativos, como o chá revelação, sejam agendados apenas após a liberação do laudo definitivo.

Dúvidas frequentes sobre sexagem fetal

A sexagem fetal é considerada um exame altamente preciso, com taxa de acerto próxima de 100%, quando respeitado o tempo gestacional indicado. Mesmo assim, algumas dúvidas são comuns entre as gestantes. A seguir, buscamos esclarecer os principais questionamentos.

O sexo do coletor interfere no resultado do exame?

Não. O Sabin Diagnóstico e Saúde realiza o exame de sexagem fetal há mais de 15 anos e, ao longo desse período, confirmou que o sexo do profissional responsável pela coleta não interfere nos resultados. Isso ocorre porque a coleta é realizada a vácuo, com o profissional devidamente paramentado e sem contato com o interior do tubo. O processamento da amostra é automatizado e feito exclusivamente por mulheres, assegurando a integridade da análise.

O uso de anticoagulantes interfere no exame?

Não. Medicamentos anticoagulantes como a heparina, exemplificada pelo Clexane®, utilizados em doses terapêuticas comuns durante a gestação, não afetam a confiabilidade do exame de sexagem fetal.

É possível realizar o exame após um aborto recente?

Sim. Pesquisas científicas demonstram que o DNA fetal é eliminado rapidamente da circulação materna após o parto ou aborto, principalmente depois da eliminação da placenta e do feto. Dessa forma, é possível realizar o exame com segurança em uma gestação posterior a um aborto.

Pacientes que fizeram transfusão sanguínea podem realizar o exame?

Depende. Se a transfusão sanguínea tiver sido realizada nos últimos três meses, o exame não é recomendado, pois existe chance de interferência do material genético do doador no resultado final.

Pacientes transplantadas podem fazer o exame?

Depende. Se o doador da medula óssea ou do órgão doado for do sexo masculino, não é recomendado realizar o exame de sexagem fetal, já que pode haver presença do cromossomo Y na circulação da paciente, resultando em interpretação equivocada.

O que pode levar a um resultado falso para o sexo masculino?

Embora o exame tenha alta confiabilidade, há algumas situações específicas que podem causar a detecção do cromossomo Y mesmo em uma gestação de feto feminino, e a primeira delas é a fertilização in vitro. Quando mais de um embrião é implantado, mesmo que apenas um se desenvolva, o DNA de um embrião masculino que não se desenvolveu pode interferir no resultado.

A segunda situação é a perda de um feto masculino em uma gestação gemelar. O DNA do feto que não se desenvolveu pode permanecer a gestação inteira na circulação da mãe, interferindo na análise do outro feto. Também existem desordens genéticas raras, relacionadas aos cromossomos sexuais ou à diferenciação sexual, que podem causar alterações nos resultados. Nesses casos, deve-se reforçar que a sexagem fetal não substitui exames genéticos específicos para o diagnóstico de doenças.

Como o exame funciona em gestações gemelares?

A interpretação dos resultados varia de acordo com o tipo de gestação. Em casos de gêmeos idênticos, também chamados de monozigóticos, se o cromossomo Y for detectado, ambos são meninos. Se não for detectado, ambas são meninas. 

Enquanto nos gêmeos fraternos (ou dizigóticos), a presença do cromossomo Y indica que ao menos um dos fetos é do sexo masculino. O sexo do outro bebê somente será confirmado pelo exame de imagem, já que podem ser dois bebês do sexo masculino, como um bebê do sexo masculino e outro feminino (o teste de sexagem não consegue detectar o Y separadamente para cada bebê). Caso o gene não seja identificado, a gestação é composta por dois fetos do sexo feminino.

Diferença entre sexagem fetal e ultrassonografia

A principal diferença entre os dois métodos está na forma como o sexo do bebê é identificado. A sexagem fetal se baseia na análise do material genético presente no sangue materno, ao passo que a ultrassonografia depende da visualização da genitália do feto — o que só se torna mais preciso após a décima sexta semana de gestação.

A sexagem fetal oferece a vantagem de ser realizada com segurança a partir da oitava semana, permitindo uma descoberta mais precoce. No entanto, caso haja discordância entre os dois métodos após a décima sexta semana de gestação, o Sabin realiza uma nova investigação sem custo adicional para a paciente, desde que ela apresente um laudo da ultrassonografia indicando o sexo visualizado pelo médico.

Prazo para o resultado

O tempo de liberação do resultado pode variar de acordo com a localidade onde o exame foi realizado. Para amostras coletadas no Distrito Federal e entorno, o prazo é de um dia útil após a coleta. Em outras regiões, é necessário consultar diretamente a unidade de atendimento Sabin para verificar o prazo estimado.

Como interpretar o resultado do exame?

O exame pode indicar sexo masculino, quando o gene DYS14 do cromossomo Y é detectado, e sexo feminino, quando esse gene não é identificado. O resultado pode ser inconclusivo, quando a quantidade de DNA fetal no sangue materno não é suficiente para que o exame determine com precisão o sexo do bebê. Em caso de resultado inconclusivo, uma nova coleta deve ser feita após 14 dias.

Cabe resssaltar que a sexagem fetal é uma opção segura, não invasiva e precoce para descobrir o sexo do bebê. A realização do exame no momento ideal e com as orientações adequadas proporciona uma experiência tranquila à gestante, permitindo que ela vivencie essa descoberta tão especial com mais confiança.

Em caso de dúvidas, procure sempre orientação com profissionais especializados. Quer saber mais sobre o desenvolvimento do bebê durante a gravidez? Leia nosso conteúdo sobre Linha do tempo da gravidez: entenda as fases do desenvolvimento do bebê.

Sabin avisa:

Este conteúdo é meramente informativo e não pretende substituir consultas médicas, avaliações por profissionais de saúde ou fornecer qualquer tipo de diagnóstico ou recomendação de exames.

Importante ressaltar que diagnósticos e tratamentos devem ser sempre indicados por uma avaliação médica individual. Em caso de dúvidas, converse com seu médico. Somente o profissional pode esclarecer todas as suas perguntas. 

Lembre-se: qualquer decisão relacionada à sua saúde sem orientação profissional pode ser prejudicial.

Referências:

Smid M, Galbiati S, Vassallo A, et al. No evidence of fetal DNA persistence in maternal plasma after pregnancy. Hum Genet. 2003;112(5-6):617-618. doi:10.1007/s00439-003-0919-3

Lo YM, Zhang J, Leung TN, Lau TK, Chang AM, Hjelm NM. Rapid clearance of fetal DNA from maternal plasma. Am J Hum Genet. 1999;64(1):218-224. doi:10.1086/302205

Stephanie CY Yu, Shara WY Lee, Peiyong Jiang, Tak Y Leung, KC Allen Chan, Rossa WK Chiu, YM Dennis Lo, High-Resolution Profiling of Fetal DNA Clearance from Maternal Plasma by Massively Parallel Sequencing, Clinical Chemistry, Volume 59, Issue 8, 1 August 2013, Pages 1228–1237.

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Menopausa: como cuidar da sua saúde nessa fase da vida? https://blog.sabin.com.br/autocuidado/cuidando-da-saude-durante-a-menopausa/ https://blog.sabin.com.br/autocuidado/cuidando-da-saude-durante-a-menopausa/#respond Tue, 28 Jan 2025 11:00:00 +0000 https://blog.sabin.com.br/?p=4212 A menopausa é uma fase inevitável na vida de todas as mulheres, marcando o fim da fase reprodutiva. Em média, ela ocorre entre 45 e 55 anos e se caracteriza pela interrupção permanente dos ciclos menstruais. Com a queda dos hormônios estrogênio e progesterona, o corpo passa por diversas mudanças que podem gerar desconfortos físicos […]

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A menopausa é uma fase inevitável na vida de todas as mulheres, marcando o fim da fase reprodutiva. Em média, ela ocorre entre 45 e 55 anos e se caracteriza pela interrupção permanente dos ciclos menstruais. Com a queda dos hormônios estrogênio e progesterona, o corpo passa por diversas mudanças que podem gerar desconfortos físicos e emocionais. Conhecer essas transformações e entender como lidar com elas é essencial para viver essa etapa de forma saudável e equilibrada.

Ao compreender melhor a menopausa e seus impactos, a mulher pode tomar decisões informadas sobre sua saúde e desmistificar preconceitos que, por vezes, fazem essa fase ser vista como uma limitação. Pelo contrário, a menopausa pode ser um novo começo, no qual o autocuidado e o cuidado com a saúde se tornam aliados para uma vida com mais qualidade.

Quer saber mais sobre como passar pela menopausa garantindo seu bem-estar? Continue lendo este conteúdo para conhecer sintomas, tratamentos e práticas que podem tornar essa fase mais leve.

O que é menopausa?

A menopausa é definida como a interrupção permanente da menstruação, resultado da cessação da função ovariana. O diagnóstico é confirmado quando a mulher completa 12 meses consecutivos sem menstruar, sem que haja outra causa. Essa interrupção ocorre devido à redução significativa de estrogênio e progesterona, hormônios essenciais para a regulação dos ciclos menstruais.

Antes da menopausa, há um período de transição chamado climatério, que pode começar por volta dos 40 anos e durar até uma década. Durante o climatério, a mulher experimenta mudanças no ciclo menstrual e começa a sentir os primeiros sintomas da menopausa, como ondas de calor e oscilações de humor. É o período que prepara o corpo para o fim da fertilidade e culmina na menopausa.

Em termos globais, a menopausa costuma ocorrer por volta dos 51 anos, mas essa faixa pode variar em decorrência de fatores genéticos, de saúde e estilo de vida. Mulheres fumantes, por exemplo, podem entrar na menopausa mais cedo. No Brasil, a média também é de 51 anos, com variações regionais.

Menopausa precoce

A menopausa precoce é caracterizada pela interrupção dos ciclos menstruais antes dos 40 anos, uma condição menos comum que pode ocorrer em razão de fatores genéticos ou externos, como cirurgias nos ovários e tratamentos mais agressivos, como a quimioterapia.

A interrupção precoce da produção hormonal eleva os riscos de saúde para a mulher. A ausência de estrogênio, nessa fase, aumenta a probabilidade de osteoporose e de problemas cardiovasculares, como hipertensão e infartos, tornando imprescindível um acompanhamento médico cuidadoso. Além disso, mulheres com menopausa precoce têm mais chances de desenvolver diabetes tipo 2.

A menopausa precoce também traz desafios emocionais relevantes. Muitas mulheres que passam por essa fase precoce podem se sentir angustiadas, sobretudo aquelas que ainda planejam engravidar. A perda de fertilidade inesperada pode gerar tristeza e ansiedade, e buscar suporte psicológico é primordial para lidar com essas mudanças e manter a qualidade de vida.

Sintomas da menopausa

A menopausa é marcada por uma série de sintomas físicos e emocionais que afetam significativamente o equilíbrio da saúde e do bem-estar. Esses sintomas, que variam em intensidade e duração, são resultado direto da queda nos níveis de estrogênio e progesterona. Conheça os principais!

  • Sintomas vasomotores: as ondas de calor, conhecidas como fogachos, e os suores noturnos são sintomas característicos, afetando até 75% das mulheres. Esses episódios duram de segundos a minutos e ocorrem por conta da desregulação térmica, resultando em desconforto e interferindo no sono, o que afeta o humor e a disposição;
  • Sintomas físicos: a redução hormonal impacta o corpo em várias frentes. Há secura vaginal, que pode tornar as relações sexuais dolorosas (dispareunia), além de fadiga e insônia, que levam à sensação de cansaço constante;
  • Sintomas emocionais: oscilações de humor, ansiedade e até depressão são comuns durante a menopausa. A queda na libido é outra queixa recorrente, resultado tanto das mudanças hormonais quanto dos sintomas físicos e emocionais;
  • Impactos cognitivos: algumas mulheres relatam dificuldades de memória e concentração. Esses efeitos, associados à queda do estrogênio, são geralmente temporários, mas podem ser frustrantes. Cuidados como uma alimentação equilibrada e a prática de exercícios físicos podem ajudar a aliviar esses sintomas.

Como o diagnóstico da menopausa é feito?

O diagnóstico da menopausa é feito principalmente pela observação dos ciclos menstruais e análise de sintomas. Em mulheres acima de 45 anos, a ausência de menstruação por 12 meses consecutivos é suficiente para confirmar o diagnóstico.

Exames complementares, como a medição de hormônios (FSH, estradiol e LH), podem ser solicitados para confirmar o estágio do climatério, especialmente em casos de menopausa precoce. Esses exames ajudam a avaliar os níveis hormonais, sendo úteis para identificar aumentos no FSH e reduções no estradiol.

Outro ponto muito importante é excluir outras condições que possam causar ausência de menstruação, como problemas de tireoide e disfunções hipofisárias. Esse processo visa assegurar que o diagnóstico da menopausa está correto e o tratamento adequado para cada caso.

Qual é o tratamento para os sintomas da menopausa?

Existem várias abordagens para tratar os sintomas da menopausa, desde a terapia de reposição hormonal (TRH) até alternativas naturais e terapias complementares.

A TRH é uma das opções mais eficazes para reduzir os sintomas intensos da menopausa, como ondas de calor e secura vaginal. O tratamento envolve o uso de estrogênio e progesterona para repor os hormônios que o corpo deixou de produzir.

Adicionalmente, a TRH alivia os sintomas vasomotores, melhora a qualidade do sono e ajuda a prevenir a osteoporose. Apesar dos benefícios, a TRH pode aumentar os riscos de câncer de mama e problemas cardiovasculares, contraindicada para mulheres com histórico de certas condições. Portanto, os riscos e benefícios devem ser discutidos com o médico, que irá ajustar dose e duração conforme indicado. 

Autocuidado durante a menopausa

O autocuidado é um diferencial para a saúde durante a menopausa, podendo ser facilmente incorporado à rotina. A adoção de hábitos saudáveis é determinante nessa fase. Uma alimentação equilibrada — rica em cálcio, antioxidantes e ômega 3 — auxilia no fortalecimento dos ossos e do sistema cardiovascular. Frutas, vegetais, peixes e grãos integrais são alimentos necessários para garantir o suporte nutricional adequado.

A prática regular de exercícios físicos também desempenha um papel valioso. Atividades como caminhadas, musculação e natação ajudam a manter o peso, fortalecem os ossos e contribuem para o bom humor e a saúde mental, melhorando a qualidade de vida durante a menopausa. Outras práticas têm se destacado pelos seus benefícios no alívio dos sintomas e na promoção do bem-estar físico e emocional. Veja quais!

  • Yoga e meditação: promovem relaxamento, ajudam a reduzir ondas de calor e melhoram a qualidade do sono;
  • Acupuntura: estimula pontos específicos do corpo, fornecendo alívio dos sintomas vasomotores e emocionais;
  • Terapia cognitivo-comportamental (TCC): contribui no manejo de sintomas emocionais, como ansiedade e estresse.

Acompanhamento médico 

Consultas ginecológicas periódicas são fundamentais ao longo da menopausa, a fim de monitorar alterações hormonais e realizar exames preventivos. 

A densitometria óssea, por exemplo, é um exame cujo objetivo é avaliar a saúde dos ossos e prevenir a osteoporose. Ainda, mulheres na menopausa são recomendadas a fazer exames cardiovasculares regulares, pois estão em maior risco de doenças cardíacas. Monitorar pressão arterial, colesterol e glicemia também ajuda a prevenir problemas mais graves. Por fim, o acompanhamento de outras condições, como diabetes tipo 2 e hipertensão, pode garantir que a mulher mantenha uma boa qualidade de vida nessa fase.

Com autocuidado, práticas saudáveis e acompanhamento médico, é possível passar pela menopausa com mais tranquilidade. Cada mulher vivencia de uma maneira única, e o apoio de profissionais de saúde, familiares e de práticas de bem-estar faz toda a diferença nesse período de aprendizado e autoconhecimento.

A menopausa não precisa ser um momento de limitações. Quer saber mais sobre como cuidar da sua saúde? Separamos o conteúdo: saúde da mulher.

Sabin avisa:

Este conteúdo é meramente informativo e não pretende substituir consultas médicas, avaliações por profissionais de saúde ou fornecer qualquer tipo de diagnóstico ou recomendação de exames.

Importante ressaltar que diagnósticos e tratamentos devem ser sempre indicados por uma avaliação médica individual. Em caso de dúvidas, converse com seu médico. Somente o profissional pode esclarecer todas as suas perguntas. 

Lembre-se: qualquer decisão relacionada à sua saúde sem orientação profissional pode ser prejudicial.

Referências:

LINS, L. M. R.; REGIS, B. C.; FERNANDES, A. S. T.; OLIVEIRA, G. M. de F.; ARAUJO, I. M. de; AGRA, I. K. R.; LOPES, L. P.; CRUZ, C. M. da. Impactos da menopausa na saúde da mulher / Impacts of menopause on women’s health. Brazilian Journal of Health Review, [S. l.], v. 3, n. 5, p. 12018–12031, 2020. DOI: 10.34119/bjhrv3n5-053. Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/16326.  

MUSTAFA, M. de M. .; SOUZA, E. P. P. de; SENA, A. B. . Early menopause in Brazil: an integrative bibliographical revision. Research, Society and Development, [S. l.], v. 10, n. 14, p. e461101422323, 2021. DOI: 10.33448/rsd-v10i14.22323. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/22323.

VASCONCELOS, M. F. S.; PASSOS, S. G. de. Estudo sobre os efeitos da menopausa na saúde da mulher e intervenções terapêuticas . Revista JRG de Estudos Acadêmicos , Brasil, São Paulo, v. 7, n. 14, p. e141282, 2024. DOI: 10.55892/jrg.v7i14.1282. Disponível em: https://www.revistajrg.com/index.php/jrg/article/view/1282.

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Importância da alimentação materna durante o período de amamentação https://blog.sabin.com.br/autocuidado/alimentacao-materna-durante-a-amamentacao/ https://blog.sabin.com.br/autocuidado/alimentacao-materna-durante-a-amamentacao/#respond Tue, 12 Nov 2024 11:00:00 +0000 https://blog.sabin.com.br/?p=4084 A amamentação é um processo fundamental para a saúde do recém-nascido. O leite materno é uma fonte de nutrientes muito importantes que contribuem substancialmente para o desenvolvimento do bebê. A composição do leite materno está diretamente relacionada à dieta da mãe durante esse período. Por isso, a alimentação da lactante (mulher que amamenta) deve ser […]

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A amamentação é um processo fundamental para a saúde do recém-nascido. O leite materno é uma fonte de nutrientes muito importantes que contribuem substancialmente para o desenvolvimento do bebê.

A composição do leite materno está diretamente relacionada à dieta da mãe durante esse período. Por isso, a alimentação da lactante (mulher que amamenta) deve ser equilibrada e capaz de suprir as necessidades energéticas da mãe e do bebê. Uma nutrição adequada proporcionará um leite materno que atenderá a todas as necessidades do recém-nascido para um crescimento saudável.

Segundo o Ministério da Saúde (MS), em 2023, nasceram mais de 2,5 milhões de bebês no Brasil. Até maio de 2024, foram registrados quase 780 mil nascimentos. Esses números demonstram a importância de informar as mães sobre a alimentação durante o período de amamentação e os riscos associados em caso de uma dieta inadequada.

Pensando nisso, elaboramos este conteúdo para auxiliar mamães e futuras mamães a garantir a sua saúde e a de seu filho nessa fase tão importante da vida. Confira!

Benefícios e influência da amamentação na saúde

A amamentação é amplamente reconhecida pelos seus inúmeros benefícios, tanto para o bebê quanto para a mãe. Para a criança, o leite materno oferece proteção contra infecções e doenças, graças à presença de anticorpos e nutrientes essenciais. Como os recém-nascidos ainda não possuem um sistema imunológico maduro, os anticorpos transferidos, a partir do leite materno, são cruciais para a proteção da criança nos primeiros meses de vida.

O leite materno é facilmente digerido pelo bebê e está sempre disponível na temperatura ideal, sem a necessidade de preparações. Além dos benefícios nutricionais, o ato de amamentar fortalece o vínculo emocional entre mãe e filho, promovendo um contato físico que estimula o desenvolvimento emocional e cognitivo do recém-nascido.

Para a mãe, a amamentação ajuda a reduzir o risco de desenvolvimento de doenças como o câncer de mama e de ovário, contribuindo também para a recuperação do útero após o parto. Adicionalmente, a produção de leite está associada à liberação de hormônios como a ocitocina, que promove o bem-estar emocional da mãe.

Necessidades nutricionais durante a amamentação

Durante o período de amamentação, as necessidades nutricionais da mãe aumentam significativamente. Estima-se que, para suprir a demanda energética extra gerada pela produção de leite, a mãe precisa consumir cerca de 500 calorias a mais por dia.

Contudo, não basta apenas aumentar o consumo calórico; é importante garantir a ingestão adequada de nutrientes específicos, para fortificar a saúde da mãe e para a produção do leite.

Entre os nutrientes mais importantes durante a amamentação, estão as proteínas (produção do leite), vitaminas como A, C, D e o complexo B, que auxiliam no fortalecimento do sistema imunológico e no metabolismo, e minerais como cálcio e ferro, que auxiliam na manutenção da saúde óssea e na prevenção da anemia. Ácidos graxos ômega 3, encontrados em peixes e sementes, também podem ser importantes para a saúde da mãe e o desenvolvimento neurológico do bebê. 

Alimentos recomendados durante a amamentação

Para assegurar a ingestão adequada de todos os nutrientes necessários, é altamente recomendável que a mãe lactante siga uma dieta balanceada e rica em alimentos saudáveis. Frutas e vegetais são fontes importantes de vitaminas, minerais e fibras, ajudando a manter a saúde geral da mãe. Grãos integrais, como aveia, quinoa e arroz integral, são também ricos em fibras e fornecem energia de forma sustentável ao longo do dia, além de contribuir com a saúde intestinal.

Proteínas magras, como carnes brancas, ovos e leguminosas, auxiliam na produção de leite, enquanto laticínios fortificados com cálcio ajudam a manter a saúde óssea. Já o consumo de gorduras insaturadas, como as encontradas em abacates, nozes e azeite de oliva, ajudam na manutenção da saúde cardiovascular.

A hidratação é outro ponto que se deve ter atenção durante o período de amamentação, uma vez que a produção de leite aumenta a necessidade de líquidos. Portanto, a mãe deve beber água regularmente, ao longo do dia, para se manter hidratada e propiciar uma produção de leite adequada.

É importante que a mãe evite o consumo de bebidas alcoólicas, alimentos ultraprocessados, alimentos ricos em cafeína, açúcares e gorduras saturadas. 

Planejando a alimentação durante a amamentação

Um planejamento alimentar bem estruturado pode ajudar a mãe a consumir todos os nutrientes necessários sem sobrecarregar o seu dia a dia. O ideal é preparar refeições ricas em nutrientes e snacks saudáveis, como frutas e oleaginosas, que possam ser consumidos no decorrer do dia para manter a energia.

Evite dietas restritivas, que podem comprometer a produção de leite e a saúde da mãe. Em vez disso, o foco deve estar em uma alimentação regular e balanceada, que inclua todos os grupos alimentares.

Nesse sentido, é essencial o acompanhamento nutricional por meio de profissionais especializados, como médicos e nutricionistas. Somente esses profissionais podem fornecer orientações personalizadas e seguras, considerando as necessidades específicas da mãe e do bebê, e ajudar a prevenir deficiências nutricionais. O apoio especializado pode, inclusive, identificar possíveis problemas, como alergias alimentares no bebê, e ajustar a dieta conforme necessário. 

Quer saber mais informações sobre a hora de amamentar? Recomendamos a leitura do nosso conteúdo sobre a importância da amamentação. Boa leitura!

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Este conteúdo é meramente informativo e não pretende substituir consultas médicas, avaliações por profissionais de saúde ou fornecer qualquer tipo de diagnóstico ou recomendação de exames.

Importante ressaltar que diagnósticos e tratamentos devem ser sempre indicados por uma avaliação médica individual. Em caso de dúvidas, converse com seu médico. Somente o profissional pode esclarecer todas as suas perguntas. 

Lembre-se: qualquer decisão relacionada à sua saúde sem orientação profissional pode ser prejudicial.

Referências:

Ministério da Saúde. Plataforma Integrada de Vigilância em Saúde (IVIS). Disponível em: http://plataforma.saude.gov.br/natalidade/nascidos-vivos/. Acesso em: 22/08/2024.

Ministério da Saúde. Alimentação durante a amamentação: o que comer e evitar. Dsisponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/eu-quero-me-alimentar-melhor/noticias/2018/alimentacao-durante-a-amamentacao-o-que-comer-e-evitar. Acesso em: 22/08/2024.

Febrasgo. A alimentação durante a amamentação. Disponível em: https://www.febrasgo.org.br/pt/noticias-campanha-nutrindo-o-amor/item/1336-a-alimentacao-durante-a-amamentacao. Acesso em: 22/08/2024.

OPAS. Aleitamento materno e alimentação complementar. Disponível em:https://www.pa/ho.org/pt/topicos/aleitamento-materno-e-alimentacao-complementar. Acesso em: 22/08/2024.

Unicef. Aleitamento materno. Disponível em: https://www.unicef.org/brazil/aleitamento-materno?gad_source=1&gclid=Cj0KCQjwtsy1BhD7ARIsAHOi4xZaJhZlaYg1OoPvR8KWwjV_1anho8jYm0KkgjiGUFtprr9Qkmwk1_0aAlHhEALw_wcB. Acesso em: 22/08/2024.

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Como um animal de estimação pode ajudar na saúde humana? https://blog.sabin.com.br/autocuidado/beneficios-do-animal-de-estimacao-para-a-saude/ https://blog.sabin.com.br/autocuidado/beneficios-do-animal-de-estimacao-para-a-saude/#respond Fri, 30 Aug 2024 13:47:03 +0000 https://blog.sabin.com.br/?p=3974 A presença de animais de estimação nas residências tem se mostrado uma verdadeira fonte de benefícios para a saúde humana. Mais do que simples companheiros, cães, gatos e outros animais de estimação desempenham um papel significativo na melhoria do bem-estar físico e emocional de seus tutores. Pessoas com animais de estimação frequentemente experimentam maiores benefícios […]

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A presença de animais de estimação nas residências tem se mostrado uma verdadeira fonte de benefícios para a saúde humana. Mais do que simples companheiros, cães, gatos e outros animais de estimação desempenham um papel significativo na melhoria do bem-estar físico e emocional de seus tutores.

Pessoas com animais de estimação frequentemente experimentam maiores benefícios à saúde do que aquelas sem, e esses benefícios não se limitam apenas a tutores de cães ou gatos. Se você é alérgico a esses animais ou possui espaço limitado, por exemplo, um coelho pode ser ideal, oferecendo a companhia de um amigo peludo. Até mesmo observar peixes em um aquário pode ajudar a reduzir a tensão muscular e diminuir a frequência cardíaca, sabia?

Pois é! Animais de estimação não apenas proporcionam alegria e amor incondicional, mas também contribuem consideravelmente para a saúde e o bem-estar de seus tutores, independentemente de suas necessidades ou limitações.

Neste conteúdo, vamos mostrar os diversos benefícios de se ter um animal de estimação, desde a promoção da atividade física e saúde mental até o desenvolvimento de responsabilidades e a importância da adoção de animais abandonados. Aproveite a leitura!

Quais os benefícios de adotar um animal de estimação?

Animais de estimação podem reduzir o estresse, melhorar a saúde cardíaca e até mesmo auxiliar no desenvolvimento das habilidades emocionais e sociais das crianças. Pesquisas estão explorando como diferentes tipos de animais podem oferecer variados benefícios à saúde. A seguir, elencamos os principais benefícios associados aos animais de estimação. Confira!

Benefícios na atividade física

Os cães podem ser grandes incentivadores de atividade física, já que as caminhadas e brincadeiras ao ar livre são formas de interação entre o tutor e seu cão. Eles necessitam de exercícios regulares para manter sua saúde física e mental e precisam gastar energia, explorar o ambiente e socializar com outros cães. Essa necessidade se traduz em um convite diário para os tutores se movimentarem.

As caminhadas com cães ajudam a melhorar a resistência cardiovascular, fortalecer músculos e ossos, além de promover a saúde geral, representando uma excelente forma de exercício aeróbico. Adicionalmente, oferecem oportunidades para os tutores aproveitarem o ar fresco e a luz solar, o que é benéfico para a produção de vitamina D e para a regulação do humor. 

Essas atividades ajudam a controlar o peso corporal, prevenindo o sobrepeso e a obesidade, que são fatores de risco para uma série de doenças crônicas, como o diabetes tipo 2 e a hipertensão. Manter um peso saudável é importante para reduzir o risco de doenças cardíacas e melhorar a saúde geral. Estudos indicam que donos de cães têm 34% mais probabilidade de alcançar os níveis recomendados de atividade física diária.

A prática regular de exercícios ainda pode melhorar a coordenação motora e a flexibilidade dos tutores. Atividades como jogar bola, correr e brincar com brinquedos exigem movimentos variados que auxiliam na mobilidade e na agilidade.

Além das atividades físicas, a interação calma e afetuosa com um pet, como acariciá-lo, pode causar efeitos relaxantes expressivos. Fazer carinho em um animal de estimação tem sido associado à redução da pressão arterial. Isso ocorre porque essa interação diminui os níveis de cortisol, o hormônio do estresse, e aumenta a produção de ocitocina, um hormônio que promove a sensação de bem-estar e relaxamento.

A prática pode ser particularmente benéfica para pessoas que possuem hipertensão. Momentos de interação com os animais podem ajudar a reduzir a pressão arterial, diminuindo o risco de eventos cardiovasculares adversos, como ataques cardíacos e derrames.

Benefícios na saúde mental

A interação carinhosa com cães ou gatos estimula a produção de endorfinas, hormônios conhecidos por promover a sensação de prazer e bem-estar. A produção de endorfinas ocorre durante atividades físicas, como caminhadas e brincadeiras, bem como durante momentos de carinho e interação. Isso gera um impacto positivo no humor dos tutores, ajudando a combater sintomas de depressão e ansiedade

Outro benefício a ser destacado é a oportunidade de socialização que caminhadas em parques e áreas públicas promovem. Esse espaço possibilita o contato entre os tutores com outros donos de animais, facilitando a formação de novas amizades e a expansão das redes sociais, fator fundamental para a saúde mental e emocional.

Não podemos deixar de fora um benefício primordial que um animal de estimação pode proporcionar: o senso de propósito e companheirismo. A presença constante e o carinho incondicional de um animal podem fornecer apoio emocional e aumentar a sensação de pertencimento e conexão social.

Responsabilidade e rotina

Cuidar de um animal de estimação envolve diversas responsabilidades, como alimentação, higiene e visitas regulares ao veterinário. Essas tarefas ajudam a desenvolver a responsabilidade e o comprometimento, essenciais para o crescimento pessoal.

A criação de uma rotina com os cuidados de um animal também pode beneficiar o cotidiano dos tutores, uma vez que ajuda a estruturar o dia e promover hábitos saudáveis. Ter horários regulares para alimentação, caminhadas e brincadeiras pode melhorar a disciplina e a organização pessoal.

Benefícios para as crianças

Os animais de estimação desempenham um papel importante no desenvolvimento emocional, físico e social das crianças. A interação constante com um animal ensina as crianças a lidar com suas próprias emoções e a reconhecer as emoções dos outros. Cuidar de um animal envolve tarefas diárias que exigem atenção e dedicação, como alimentá-lo, limpá-lo e garantir seu bem-estar. 

Essas responsabilidades despertam nas crianças a importância de cuidar de outro ser vivo e a se tornarem mais responsáveis e comprometidas, gerando sentimentos de empatia e compaixão, elementos cruciais para um crescimento emocional saudável. Crianças que convivem com animais aprendem a identificar e expressar suas emoções de maneira mais eficaz, desenvolvendo um senso de segurança emocional e autoconfiança.

Animais de estimação podem ser especialmente benéficos para crianças com condições como Transtorno do Espectro Autista (TEA) ou transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). Estudos indicam que crianças diagnosticadas com TEA apresentam menos ansiedade e mais interações sociais positivas quando interagem com animais, como os porquinhos-da-índia. Crianças com TDAH, por outro lado, demonstram melhor foco e comportamento social ao ler para cães de terapia.

A presença de um animal de estimação não apenas enriquece a vida das crianças com momentos de alegria e diversão, mas também faz toda a diferença para o seu desenvolvimento integral, ensinando-lhes lições de vida e propiciando um crescimento saudável e equilibrado.

A convivência com animais também pode incentivar o desenvolvimento cognitivo das crianças. Atividades como treinar um cachorro ou cuidar de um gato melhoram habilidades de resolução de problemas e ajudam a promover a criatividade.

Por que adotar?

A adoção de um animal, seja um cão, um gato ou qualquer outro pet, contribui demasiadamente para a redução da superlotação nos abrigos e para a diminuição do número de animais abandonados nas ruas, uma realidade preocupante no Brasil. Adotar um animal é uma escolha ética que ajuda a combater o comércio ilegal de animais e promove o bem-estar animal.

Além de salvar uma vida, a adoção oferece uma série de benefícios emocionais para os tutores, como visto acima. A presença de um animal de estimação pode trazer alegria, amor incondicional e companhia constante, melhorando a qualidade de vida e o bem-estar emocional dos adotantes.

Responsabilidades na adoção

É importante estar ciente de que a adoção de um animal de estimação traz grandes responsabilidades. Estar preparado para assumir o compromisso de cuidar do animal durante toda a sua vida e garantir sua saúde e bem-estar é essencial para uma adoção bem-sucedida.

Uma das principais responsabilidades dos tutores é assegurar uma alimentação adequada e balanceada para o animal. Isso inclui escolher alimentos de qualidade que atendam às necessidades nutricionais específicas de cada espécie e idade, além de manter uma rotina de alimentação regular.

Os tutores também devem se certificar que o animal receba cuidados veterinários periódicos. Isso inclui vacinação, vermifugação e check-ups para prevenir e tratar possíveis doenças. Lembrando que é preciso estar atento à higienização adequada do animal, realizando limpezas contínuas do ambiente, banhos regulares, escovação, limpeza de patas após os passeios e higiene bucal. Manter o animal saudável é imprescindível para uma vida longa e feliz.

Proporcionar atividades físicas diárias, como caminhadas e brincadeiras, ajudam os animais a gastarem energia e evitam problemas comportamentais. Para contribuir com o bem-estar emocional e comportamental do pet, o ideal é garantir uma convivência harmoniosa com outros animais e pessoas. Os tutores devem dedicar tempo para brincar, interagir e oferecer carinho ao animal, fortalecendo o vínculo e assegurando que ele se sinta amado e seguro.

Além dos inúmeros benefícios proporcionados pela adoção de animais de estimação, a prática de exercícios físicos também oferece vantagens significativas para a saúde. Conheça mais sobre o assunto lendo o blog post Saiba como os exercícios físicos ajudam na sua saúde. 

Sabin avisa:

Este conteúdo é meramente informativo e não pretende substituir consultas médicas, avaliações por profissionais de saúde ou fornecer qualquer tipo de diagnóstico ou recomendação de exames.

Importante ressaltar que diagnósticos e tratamentos devem ser sempre indicados por uma avaliação médica individual. Em caso de dúvidas, converse com seu médico. Somente o profissional pode esclarecer todas as suas perguntas. 

Lembre-se: qualquer decisão relacionada à sua saúde sem orientação profissional pode ser prejudicial.

Referências:

HELPGUIDE. Mood-Boosting Power of Dogs. Disponível em: https://www.helpguide.org/articles/mental-health/mood-boosting-power-of-dogs.htm.

NATIONAL INSTITUTES OF HEALTH. Power of Pets. Disponível em: https://newsinhealth.nih.gov/2018/02/power-pets#:~:text=Possible%20Health%20Effects&text=Interacting%20with%20animals%20has%20been,support%2C%20and%20boost%20your%20mood.

Terapia assistida por cães para crianças com TDAH: descobertas preliminares do estudo Positive Assertive Cooperative Kids. Schuck SE, Emmerson NA, Fine AH, Lakes KD. J Atten Disord. 2015 fev;19(2):125-37. doi: 10.1177/1087054713502080.

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Higiene pessoal infantil pode ser uma aliada na prevenção de doenças https://blog.sabin.com.br/autocuidado/higiene-pessoal-infantil-na-prevencao-de-doencas/ https://blog.sabin.com.br/autocuidado/higiene-pessoal-infantil-na-prevencao-de-doencas/#respond Tue, 11 Jun 2024 11:00:00 +0000 https://blog.sabin.com.br/?p=3873 Segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), uma boa higiene pessoal infantil é fundamental para evitar a propagação de doenças infecciosas e proporcionar vidas longas e saudáveis. Além disso, ajuda a impedir a ausência escolar, promovendo melhores resultados de aprendizagem. Para as famílias, uma boa higiene significa gastar menos com cuidados de […]

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Segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), uma boa higiene pessoal infantil é fundamental para evitar a propagação de doenças infecciosas e proporcionar vidas longas e saudáveis. Além disso, ajuda a impedir a ausência escolar, promovendo melhores resultados de aprendizagem. Para as famílias, uma boa higiene significa gastar menos com cuidados de saúde e trazer autoconfiança para a criança e seus familiares.

Contudo, implementar medidas de higiene nessa faixa etária pode ser desafiador, principalmente quando pais ou cuidadores não têm acesso a informações assertivas sobre o assunto. Nesse contexto, entender quais ações podem ser executadas e como elas podem impactar a saúde individual e coletiva é essencial.

Continue lendo este conteúdo para descobrir como garantir uma excelente higiene pessoal na infância e oferecer mais qualidade de vida ao seu filho. Boa leitura!

Importância da higiene pessoal durante a infância

Os hábitos higiênicos são determinantes para proteger as crianças contra doenças e contribuir para o bem-estar geral. Eles servem como base para o desenvolvimento de autonomia e independência desde cedo. 

Doenças como gripe, resfriados, covid-19, diarreia e hepatite A podem ser prevenidas com a adoção de boas práticas de higiene. Lavar as mãos regularmente, especialmente antes das refeições, do preparo de alimentos ou após usar o banheiro, é uma delas.

Escovar os dentes e usar fio dental previne cáries, gengivite e outras condições orais que podem ter implicações sistêmicas. Manter uma boa saúde bucal contribui para reduzir o risco de doenças cardíacas, como endocardites, uma vez que microrganismos na boca podem invadir a corrente sanguínea e afetar diferentes partes do corpo.

Tomar banho e manter as roupas limpas ajudam a eliminar bactérias que se acumulam na pele, prevenindo infecções, odores e irritações dermatológicas. A higiene corporal também inclui cuidados com as unhas, evitando, assim, o acúmulo de sujeira e microrganismos potencialmente patogênicos.

Incentivo à independência com a higiene pessoal

Ensinar crianças a cuidar de sua própria higiene é um dos primeiros passos para estimular a independência. A capacidade de realizar essas tarefas diárias por conta própria reforça a importância da higiene pessoal e desenvolve a autonomia. Ao dominar habilidades básicas, as crianças ganham confiança para assumir responsabilidades maiores.

À medida que aprendem sobre a importância da higiene para a saúde, elas começam a fazer escolhas mais conscientes relacionadas ao seu bem-estar, como usar sanitizantes, não comer com as mãos sujas e não compartilhar itens pessoais. Essas decisões auxiliam na formação de um pensamento crítico em relação à saúde e à prevenção de doenças.

A integração da higiene em rotinas diárias ajuda a criança a desenvolver estrutura e disciplina. Ter horários regulares para atividades como banho, escovação de dentes e troca de roupas ensina sobre a importância do planejamento e da organização, habilidades transferíveis para outros aspectos da vida.

Cuidados de higiene pessoal em cada fase da vida

Para cada fase da vida, diferentes cuidados devem ser adotados. A seguir, selecionamos as principais ações que podem ser colocadas em prática para assegurar a higiene pessoal durante a infância.

Recém-nascidos

  • A limpeza correta do coto umbilical (resíduo do cordão umbilical que liga o bebê à mãe) é importante para prevenir infecções até ele cair naturalmente. Use álcool 70% para limpar suavemente a área em torno do umbigo;
  • A pele do recém-nascido é extremamente sensível. Por isso, recomenda-se a utilização de produtos suaves e hipoalergênicos durante as trocas de fraldas para evitar irritações. A troca frequente de fraldas ajuda a prevenir assaduras e possíveis infecções;
  • As mãos dos pais e cuidadores devem ser lavadas frequentemente para evitar a transmissão de germes ao bebê, sobretudo antes de tocá-lo, alimentá-lo ou trocar suas fraldas.

Bebês e crianças pequenas

  • Use água morna e sabonetes neutros no banho, prestando atenção especial às dobras da pele;
  • Limpe as gengivas do bebê com um tecido apropriado umedecido para remover resíduos de leite e evitar a proliferação de bactérias. A escovação só deve começar quando os primeiros dentes nascerem e com escovas apropriadas para a idade;
  • Oriente as crianças a lavar as mãos após usar o banheiro e antes de comer. Demonstre e faça desse momento um hábito divertido.

Crianças em idade escolar

  • Encoraje as crianças a adotar uma rotina diária de higiene pessoal, incluindo banho e escovação dos dentes;
  • Explique a importância de tomar banho regularmente e como cuidar adequadamente dos cabelos, incluindo a lavagem;
  • Instrua sobre os riscos de compartilhar itens pessoais, como pentes, bonés, toalhas e escovas de dente, que podem facilmente transmitir piolhos, infecções e outras doenças.

Adolescentes

  • Informe sobre as mudanças que ocorrem no corpo durante a puberdade e como adaptar a higiene pessoal para lidar com suor, oleosidade da pele e outros desafios;
  • Reforce a importância da higiene bucal e discuta métodos para tratar ou minimizar problemas comuns como a acne;
  • Promova a autonomia em suas rotinas de higiene, permitindo que escolham seus próprios produtos e cuidem de sua rotina diária, respeitando a privacidade crescente.

Papel dos pais ou cuidadores na higiene dos filhos

Os pais ou cuidadores são os pilares da educação dos filhos e devem ser exemplos positivos que cultivam um ambiente familiar saudável. Incentive seus filhos a manter bons hábitos de higiene desde a infância até a adolescência.

Uma dica: se você, enquanto pai, mãe ou outro cuidador, deixa de praticar bons hábitos de vida, sejam eles relacionados com a higiene ou não, isso poderá impactar negativamente a vida do seu filho. Portanto, seja um bom exemplo e adote práticas saudáveis para incentivar sua família a seguir pelo mesmo caminho.

O diálogo é a melhor forma de se manter conectado com o seu filho. Ensine-o sobre a importância da higiene, sempre de forma educativa e divertida e não punitiva. Dessa forma, a criança irá associar o simples ato de escovar os dentes ou tomar banho a algo prazeroso!

Quer saber mais sobre a saúde infantil, as doenças comuns na infância e a importância das vacinas para prevenção? Então, leia nosso conteúdo sobre as doenças comuns na infância e a importância das vacinas.

Referências:

Ministério da Saúde. Cadernos de Atenção Básica. Saúde da criança: crescimento e desenvolvimento. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/saude_crianca_crescimento_desenvolvimento.pdf. Acesso em: 14/05/2024.

Ministério da Saúde. Saúde Bucal. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/saude-da-crianca/primeira-infancia/saude-bucal. Acesso em: 14/05/2024.

Sociedade Brasileira de Pediatria. Banho do bebê. Disponível em: https://www.sbp.com.br/especiais/pediatria-para-familias/cuidados-com-o-bebe/banho-do-bebe/. Acesso em: 14/05/2024.

Unicef. Hygiene. Disponível em: https://www.unicef.org/wash/hygiene. Acesso em: 14/05/2024.

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Entenda a relação entre atividade física e saúde mental https://blog.sabin.com.br/autocuidado/relacao-entre-atividade-fisica-e-saude-mental/ https://blog.sabin.com.br/autocuidado/relacao-entre-atividade-fisica-e-saude-mental/#respond Fri, 19 Apr 2024 15:37:53 +0000 https://blog.sabin.com.br/?p=3782 Manter uma rotina regular de atividade física é benéfico não apenas para o corpo, mas também para a manutenção da saúde mental. Os impactos positivos vão além da resistência física, incluindo melhorias no ânimo, qualidade do sono e prevenção de doenças, como a ansiedade e a depressão. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), […]

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Manter uma rotina regular de atividade física é benéfico não apenas para o corpo, mas também para a manutenção da saúde mental. Os impactos positivos vão além da resistência física, incluindo melhorias no ânimo, qualidade do sono e prevenção de doenças, como a ansiedade e a depressão.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2019, quase um bilhão de pessoas, incluindo 14% dos adolescentes em todo o mundo, viviam com algum transtorno mental. No cenário brasileiro, o país é considerado o mais ansioso do mundo pela OMS, com 18,6 milhões de brasileiros, o que representa quase 10% da população.

Diante desses dados, é fundamental compreender como a atividade física pode ser uma aliada poderosa na promoção do equilíbrio mental. Neste conteúdo, abordaremos a saúde mental e os benefícios que as atividades físicas podem trazer para diminuir quadros ansiosos e depressivos.

O que é saúde mental?

A OMS define saúde mental como “um completo bem-estar físico, mental e social, não somente a ausência de afecções e enfermidades”. Nesse campo, estão incluídos o direito social igualmente a todas as raças, religião, ideologia política ou condição socioeconômica. 

A saúde mental é uma condição de tranquilidade psicológica que desempenha um papel crucial na nossa capacidade de enfrentar os desafios da vida. Como mencionado, ela não se limita à inexistência de doenças mentais, mas envolve a habilidade de expressar emoções, assimilar conhecimento, desempenhar atividades cotidianas de maneira eficiente e contribuir para o bem-estar da comunidade.

Uma boa saúde mental é elementar para a tomada de decisões conscientes e equilibradas em diversas áreas da vida, seja profissional ou pessoal. Ela auxilia na construção e manutenção de relacionamentos saudáveis e na capacidade de compreender e se conectar emocionalmente a outras pessoas.

Ao longo da vida, vários elementos podem interagir, afetando positiva ou negativamente a saúde mental. Elementos individuais, sociais e estruturais desempenham papéis distintos. Entre os indivíduos, características psicológicas e biológicas, como habilidades emocionais, padrões de consumo de substâncias e predisposição genética, podem aumentar a susceptibilidade aos desafios impostos à saúde mental.

Qual a relação entre a atividade física e a saúde mental?

A ciência traz o respaldo do que muitos já sentem intuitivamente: a prática regular de atividades físicas contribui tanto para o bem-estar geral quanto para a prevenção e o alívio de sintomas relacionados a condições mentais, como depressão, ansiedade, síndrome de burnout, entre outras. Há evidências científicas substanciais indicando que o exercício é um aliado poderoso na promoção da saúde mental.

No contexto da depressão, por exemplo, os exercícios aeróbico e de resistência mostraram eficácia na redução dos sintomas, quando praticados por cerca de 150 a 300 minutos semanais, o que se traduz em aproximadamente 20 minutos diários ou 50 minutos três vezes por semana, de acordo com a OMS.

A prática de atividades físicas é benéfica também contra o estresse, pois o exercício estimula a produção de endorfinas e neurotransmissores relacionados ao bem-estar, reduzindo os efeitos negativos da correria do cotidiano. Com o exercício, ocorre a desconexão das irritações diárias, bem como a concentração nos movimentos do corpo. Essa prática propicia a melhora do humor, aumenta a autoconfiança e ajuda a relaxar, além de reduzir os sintomas de depressão e ansiedade e promover um sono mais tranquilo e reparador.

Outro ponto de destaque é a influência da prática de atividades físicas, sobretudo aquelas executadas em grupo, para a melhora do convívio social. Sem dúvidas, o exercício, quando praticado na companhia de pessoas, pode minimizar os impactos negativos do isolamento social, ajudando no estabelecimento de novas conexões e melhorando aspectos emocionais e de autoestima.

É relevante ressaltar que a OMS destaca que a prática de qualquer atividade física é preferível à inatividade. Mesmo pequenas mudanças, como caminhadas regulares ou atividades leves, fazem diferenças significativas na saúde mental para aqueles que estão começando uma jornada mais ativa.

O que é considerado atividade física?

A atividade física, muitas vezes, é associada aos exercícios tradicionais, como os realizados em uma academia, entretanto, a definição não se limita a isso. O conceito de atividade física abrange qualquer movimento do corpo realizado pelos músculos, envolvendo gasto de energia. Isso engloba uma variedade de ações que fazemos na rotina, incluindo movimentos realizados durante o trabalho, jogos, execução de tarefas domésticas, deslocamentos e momentos de lazer. Tudo o que fazemos ao nos movimentar contribui para a atividade física. 

É importante distinguir o termo “atividade física” do conceito mais específico de “exercício”. Enquanto o primeiro faz referência a qualquer movimento do corpo, o segundo é uma subcategoria planejada, estruturada e repetitiva, com o propósito de aprimorar ou manter um ou mais elementos do condicionamento físico.

A prática regular de atividade física, que pode ser uma caminhada diária, a dança no final de semana ou até mesmo a realização de tarefas domésticas, traz benefícios expressivos para a saúde, melhorando a qualidade de vida.

Apesar dos benefícios, é estimado que um em cada cinco adultos e quatro em cada cinco adolescentes (com idades entre 11 e 17 anos) no mundo não incorporam atividades físicas suficientes em suas rotinas. Essa falta de movimento está diretamente relacionada a diversos problemas de saúde, incluindo obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares e transtornos mentais.

Importância de criar uma rotina de atividades físicas

Iniciar uma rotina de atividades físicas pode ser um passo difícil, porém imprescindível para melhorar sua saúde geral e seu bem-estar. Entender a importância desse compromisso é a primeira etapa para começar um programa de exercícios bem-sucedido.

Mas, antes de começar (especialmente se você estiver inativo ou com problemas de saúde), é recomendado consultar um médico. Ele poderá fornecer orientações personalizadas, considerando o seu estado de saúde. Outro profissional indispensável na hora de incorporar exercícios na rotina é o professor de educação física, o qual possui o conhecimento necessário para indicar a atividade mais adequada e como executá-la da forma correta.

No início, é importante aumentar as cargas de exercício gradualmente. Isso ajuda a evitar possíveis lesões e permite que o corpo se adapte aos novos desafios. Tenha em mente que o objetivo é criar uma rotina sustentável a longo prazo, e não buscar resultados rápidos e temporários.

Escolha atividades que você realmente goste. Pode ser uma caminhada tranquila, uma corrida, natação, aulas de dança ou, quem sabe, uma sessão relaxante de yoga. Não é necessário frequentar uma academia, sendo possível explorar opções como exercícios em casa ou caminhadas ao ar livre. A chave é encontrar algo que seja prazeroso enquanto você se movimenta.

Uma dica interessante é estabelecer metas realistas para manter o compromisso. Comece com 15 minutos de prática por dia e aumente gradualmente ou defina metas semanais, isso ajudará a criar um senso de realização e motivação. Iniciar a atividade com amigos pode tornar o exercício mais divertido e motivador. Experimente também atividades variadas para evitar a monotonia e trabalhar diferentes grupos musculares.

Agora que você já sabe a importância da prática de atividades físicas para a saúde mental, sugerimos a leitura do conteúdo sobre como abandonar o sedentarismo e adotar um estilo de vida mais saudável. Assim, você pode começar a planejar a construção de uma vida mais ativa!

Sabin avisa:

Este conteúdo é meramente informativo e não pretende substituir consultas médicas, avaliações por profissionais de saúde ou fornecer qualquer tipo de diagnóstico ou recomendação de exames.

Importante ressaltar que diagnósticos e tratamentos devem ser sempre indicados por uma avaliação médica individual. Em caso de dúvidas, converse com seu médico. Somente o profissional pode esclarecer todas as suas perguntas. 

Lembre-se: qualquer decisão relacionada à sua saúde sem orientação profissional pode ser prejudicial.

Referências:

Diretrizes da OMS para Atividade Física e Comportamento Sedentário. Disponível em: https://iris.who.int/bitstream/handle/10665/337001/9789240014886-por.pdf. Acesso em: 14/02/2024.

Ministério da Saúde. 06/4 – Dia Mundial da Atividade Física. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/06-4-dia-mundial-da-atividade-fisica/. Acesso em: 14/02/2024.

World Health Organization. Mental Health. Disponível em: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/mental-health-strengthening-our-response/. Acesso em: 14/02/2024.

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6 maneiras que a saúde física e mental é afetada pelo uso excessivo de telas https://blog.sabin.com.br/autocuidado/tempo-de-tela-em-excesso-afeta-a-saude-fisica-e-mental/ https://blog.sabin.com.br/autocuidado/tempo-de-tela-em-excesso-afeta-a-saude-fisica-e-mental/#respond Tue, 09 Apr 2024 11:00:00 +0000 https://blog.sabin.com.br/?p=3762 A presença constante da tecnologia se tornou essencial para o desenvolvimento econômico e individual. Por outro lado, o uso excessivo de telas, seja em computadores, smartphones, tablets ou televisões, pode acarretar impactos significativos na saúde física e mental da população. Assim, é fundamental encontrar um equilíbrio entre as conveniências tecnológicas e a promoção da sua […]

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A presença constante da tecnologia se tornou essencial para o desenvolvimento econômico e individual. Por outro lado, o uso excessivo de telas, seja em computadores, smartphones, tablets ou televisões, pode acarretar impactos significativos na saúde física e mental da população. Assim, é fundamental encontrar um equilíbrio entre as conveniências tecnológicas e a promoção da sua saúde e bem-estar.

O tempo despendido diante das telas pode ser direcionado para outras atividades mais benéficas, como a prática de exercícios físicos, uma medida fundamental na luta contra o sedentarismo e prevenção de doenças cardiovasculares e metabólicas. Estudos também relacionam o uso abusivo das telas ao desenvolvimento de miopias e à deterioração da saúde mental, com maior incidência de quadros depressivos e de ansiedade, realçando a importância de repensar os hábitos digitais. 

A fim de promover uma reflexão sobre esses impactos, este conteúdo abordará os malefícios do tempo excessivo de tela, e como isso pode afetar a sua saúde física e mental. Boa leitura!

Tempo de tela no Brasil

No Brasil, a população permanece acordada por aproximadamente 16 horas diárias, nas quais mais da metade do tempo é dedicada ao manuseio de smartphones e computadores. Essa análise foi conduzida com base na pesquisa Digital 2023: Global Overview Report, realizada pela DataReportal, que comparou o uso de telas em 45 países. O resultado revela que o Brasil aparece como o segundo país com maior índice de indivíduos diante de telas.

O estudo constatou, ainda, que 56% das horas despertas são consumidas interagindo com dispositivos, equivalente a cerca de nove horas diárias. No topo do ranking, estão os sul-africanos, que destinam a média de 58% do tempo acordado para o uso de computadores ou smartphones.

Conforme os dados obtidos, uma possível justificativa para esse elevado tempo pode estar relacionada ao crescimento dos serviços de streaming. Segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 43,4% dos domicílios brasileiros tinham, ao menos, uma assinatura em 2022, o que corresponde a mais de 30 milhões de lares. Quando o assunto é rede social, o Brasil é o terceiro país que mais faz uso, tendo acima de 130 mil contas ativas.

Quais os malefícios do tempo excessivo de tela?

Como mencionado, a tecnologia vem para facilitar e agilizar a vida da população. No entanto, cada vez mais, estudos têm sugerido que se expor excessivamente a telas de dispositivos eletrônicos pode ser prejudicial para a saúde humana. A seguir, elencamos os principais malefícios associados ao tempo de tela excessivo.

1. Sedentarismo

Quanto mais tempo uma pessoa fica navegando na internet, assistindo séries ou interagindo em redes sociais, menor será o tempo destinado à realização de outras atividades, principalmente atividades físicas.

Sem dúvidas, o sedentarismo pode ser diretamente associado ao tempo prolongado em frente às telas, contribuindo para o desenvolvimento de uma série de problemas de saúde, incluindo obesidade, doenças cardíacas e diabetes. A falta de atividade física impacta negativamente o funcionamento geral do corpo, inclusive da saúde mental, o que destaca ainda mais a importância de manter o equilíbrio entre o tempo de tela com a prática regular de exercícios físicos.

2. Visão

O constante foco nas telas pode levar a desconfortos oculares, fadiga visual e, em casos extremos, à síndrome do olho seco. A exposição prolongada à luz azul emitida pelos dispositivos eletrônicos também pode interferir no ciclo natural do sono. De acordo com estudos, o uso prolongado de telas pode estar ligado, inclusive, à progressão de quadros de miopia.

3. Saúde mental

Pesquisas sugerem uma forte correlação entre o uso excessivo de telas e problemas de saúde mental, como ansiedade e depressão. A constante exposição a conteúdos estressantes e a pressão gerada pelas redes sociais podem agravar quadros psicológicos preexistentes, além de contribuir para o surgimento de novos sintomas e doenças mentais.

Portanto, é vital promover o equilíbrio digital para preservar a saúde mental, associando a sua rotina com práticas prazerosas, de preferência aquelas que possuam interação social presencial.

4. Isolamento social

Estar conectado por longos períodos à internet prejudica o desenvolvimento de relações interpessoais, contribuindo para quadros de isolamento social. A dependência de interações virtuais, em detrimento das experiências face a face, pode impactar negativamente a saúde emocional e social dos indivíduos.

Diversos estudos já demonstraram a relevância do convívio social presencial para o desenvolvimento humano, desde a infância até a fase adulta. Esse contato íntimo entre pessoas não apenas promove a troca de experiências e aprendizado de novos conhecimentos, como também estimula a afetividade, o humor e previne o desenvolvimento de quadros depressivos ou de ansiedade.

5. Sono

A exposição à luz azul das telas, especialmente à noite antes de dormir, pode interferir na produção de melatonina, o hormônio responsável pela regulação e qualidade do sono. Esse hábito não benéfico pode resultar em distúrbios do sono e agitação noturna, afetando a qualidade e a quantidade de horas dormidas.

Ter uma boa noite de sono é crucial para manter seu organismo e sua mente funcionando adequadamente. Dormir mal pode predispor seu corpo a desenvolver doenças cardiometabólicas, pode influenciar no controle glicêmico, na liberação de hormônios importantes para o organismo, bem como diminuir a concentração e impactar negativamente na execução de tarefas que exigem desempenho cognitivo.

A memória é outro fator que pode ser prejudicada pela falta de sono. Já é comprovado cientificamente que ter um sono regular e adequado, em termos de horas dormidas, é imprescindível para a consolidação de novas memórias e aprendizado. Dessa forma, a criação de hábitos saudáveis, antes de dormir, é uma dica importante para preservar a qualidade do sono e realmente conseguir descansar para o dia seguinte.

6. Cognição

O tempo excessivo de tela pode afetar a cognição, prejudicando a concentração e a capacidade de aprendizado. A constante alternância entre diferentes tarefas digitais pode sobrecarregar o cérebro, comprometendo o desempenho cognitivo em longo prazo.

Como reduzir o tempo de tela

Reduzir o tempo de tela requer uma abordagem consciente e equilibrada, mas não é impossível. Basta ter persistência e disciplina para manter uma rotina de vida mais saudável. Algumas estratégias eficazes incluem:

  • Questionamento prévio: antes de utilizar o celular, questione motivo, propósito e urgência. Refletir sobre essas perguntas pode direcionar o uso do smartphone de maneira mais consciente;
  • Priorização de atividades importantes: priorize atividades importantes e mantenha controle sobre o tempo gasto nas tecnologias. Estabeleça limites para o uso de dispositivos eletrônicos durante momentos de lazer e descanso;
  • Atividades promotoras de bem-estar: em períodos de lazer, opte por atividades que promovam o bem-estar físico e psicológico, como caminhadas ao ar livre e esportes em grupo. O foco deve ser na qualidade das interações e experiências offline.

Antes de mais nada, é preciso reconhecer os impactos do tempo de tela excessivo na saúde física e mental e fazer uma autoanálise da sua rotina. Ao adotar práticas saudáveis e equilibradas no uso da tecnologia, você estará preservando a sua saúde e bem-estar.

Para entender como as telas podem afetar particularmente a nova geração, indicamos a leitura do conteúdo sobre os riscos do uso excessivo do celular e outras telas na infância: problemas e consequências.

Sabin avisa:

Este conteúdo é meramente informativo e não pretende substituir consultas médicas, avaliações por profissionais de saúde ou fornecer qualquer tipo de diagnóstico ou recomendação de exames.

Importante ressaltar que diagnósticos e tratamentos devem ser sempre indicados por uma avaliação médica individual. Em caso de dúvidas, converse com seu médico. Somente o profissional pode esclarecer todas as suas perguntas. 

Lembre-se: qualquer decisão relacionada à sua saúde sem orientação profissional pode ser prejudicial.

Referências:

Datareportal. Digital 2023: Brazil. Disponível em: https://datareportal.com/reports/digital-2023-brazil. Acesso em: 05/02/2024.

Jornal da USP. Brasileiros passam em média 56% do dia em frente às telas de smartphones e computadores. Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/brasileiros-passam-em-media-56-do-dia-em-frente-as-telas-de-smartfones-computadores/. Acesso em: 05/02/2024.

Joshua Foreman, et al. Association between digital smart device use and myopia: a systematic review and meta-analysis. The Lancet Digital Health. Volume 3, Issue 12, 2021. Pages e806-e818. ISSN 2589-7500. https://doi.org/10.1016/S2589-7500(21)00135-7.

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